Java?

Então não sou só eu?

Publicado por

Elcio

Elcio é sócio fundador da Visie Padrões Web. Pioneiro no uso e divulgação dos padrões do W3C no Brasil, Elcio já treinou equipes de dezenas de empresas como Globo.com, Terra, Petrobras, iG e Locaweb. Além disso, tem dirigido as equipes da Visie no desenvolvimento de projetos web para marcas como Brastemp, Itaú Unibanco, Johnson & Johnson e Rede Globo.

5 comentários em “Java?”

  1. Já que você manja de Python, poderia me ajudar a resolver um problema?

    Dado um arquivo html, gerar uma imagem (jpg, png, qualquer que seja) do arquivo renderizado como se fosse no navegador. Basicamente é o que o serviço do snap.com faz.

    PS: se gerar a imagem de um site com flash, Python é perfeito 🙂

  2. Me diga uma coisa. Qual é a linguagem que foi ao espaço? Java. Qual linguagem é totalmente independente de plataforma? Java. Qual a linguagem padrão para jogos em celular? Qual a linguagem da Nasa? Qual é a linguagem que trabalha em nivel desktop e pode ser usada em Web Services, ou mesmo uma simples página, Será Java ? Podem ser outras também né…. Com java pode-se fazer qualquer coisa, agora se você não coseguiu fazer por inconpetencia ou falta de experiencia ou qualquer coisa do tipo. Qual é a culpa que java tem disso? Bem acho que você é uma pessoa inteligente demais para saber que se você não conseguiu, pode ser que a culpa seja sua e não da linguagem. É completamente infundado suas argumentações na minha opinião. Usem java, para tudo….. celular, robos, web, Desktop enfim qualquer coisa. Java é o caminho!

  3. Concordo com sua opinião sobre a guerrinha de linguagens que alguns programadores insistem em perpetuar. Cada linguagem existe, ou pelo menos nasceu, com um propósito definido, com o objetivo de se resolver determinado problema do cotidiano humano. E como a vida humana não é nada simples, uni-vos em torno do melhor parafuso para a porca da vez. Sds

  4. … tem uma contradição aí. Tem *muitos* softwares feitos em Java por aí, que rodam bem e fazem o que é proposto. Se o cara não conseguiu fazer um sistema (o que será que faz esse sistema?) em Java, a culpa é de quem, da linguagem, onde *muita* gente faz *muita* coisa funcionar, ou do sujeito e dos “gurus” (abro um parenteses aqui: gurus e diplomas muitas vezes só servem de enfeite) que tentaram fazê-lo e deram com os burros n’água? Eu fico mais com a segunda alternativa. Vejam bem: eu uso Java, desenvolvo em Java (nossa! chamem um padre do Vaticano que tem alguns milagres rodando, bem aqui! aleluia! 🙂 e uso outras linguagens também. PHP, Python, C, ultimamente estou bem partidário de Ruby (vejam meu tutorial em http://beam.to/taq/tutorialruby.php), e uma das coisas que eu tenho mais birra (inclusive falo no começo do tutorial sobre isso) é justamente essa guerrinha de linguagens. Disse isso para esclarecer que, antes de mais nada, não estou postando *apenas* para defender o Java, mas mais para dizer que é *rídiculo* alguém dizer que tentou fazer um programa que considerava viável (não iria por exemplo usar Java para fazer um kernel né), não conseguiu e jogou a culpa na linguagem! Uma premissa básica, nessa variadade de ferramentas que temos hoje em dia, é escolher a ferramenta certa para o tipo de trabalho. Se por acaso em Java ficaria mais difícil fazer o sistema, a culpa é de quem? Da linguagem? Usa o Python para fazer um kernel e me diz. Eu fico com o C. 😉 Então, para mim ou o sujeito não se adaptou à linguagem e está a usando como bode espiatório, ou é alguém querendo fazer flamewar de linguagens. Esse comentário: “Em JAVA, após seis meses, mesmo com a intervenção de gurús, etc. não foi possível ter um sistema nem mesmo razoávelmente funcional.” Meu, que isso. A não ser que o sistema seja para uma área totalmente fora do escopo onde o Java se aplica (acredito que não, já que se consegui fazer em Python), não conseguir fazer nada nem “razoalvelmente funcional” é muita burrice, me desculpem o termo e desabafo. Por exemplo, vamos pegar uma linguagem que dá arrepios em muita gente: Visual Basic. Eu não uso, mas se tivesse que usar, *duvido* que, dentro do escopo da linguagem, não saísse nada nem “razoavelmente funcional” em pouco tempo. Somos programadores ou sacos de batatas? E outra, esse lance de dar currículo é história para boi dormir. Eu estou faz uns 15 anos na área (desde meu primeiro contato com um computador) e já vi muito moleque que começou faz pouco tempo dando pau em muito tiozinho que criou calo no cérebro. 😉

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