No encontro lá em Porto Alegre mais de 300 pessoas. Foi muito divertido.

Amanhã é a edição do evento em Curitiba, e como nos outros, vou estar apresentando a palestra “Microformats[bb], a web semântica com letra minúscula”. Você pode se inscrever direto no local (Estação 21 Convention Center.)

E a brincadeira continua. Se você for e tiver condições, leve uma extensão para me emprestar. Uma extensão elétrica comum, com tomada de pinos redondos, qualquer uma serve.

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Tudo Mais

On 8 de maio de 2007, in Geral, by elcio

Meu outro blog. Será que vai dar certo?

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Songbird ainda não está pronto para mim

On 7 de maio de 2007, in Geral, by elcio

Como todo mundo anda elogiando, resolvi testar o Songbird. O programa é lindo! Mas eu acho que ainda não vou conseguir usá-lo. Talvez eu não tenha entendido direito o funcionamento do programa, e algum leitor mais esperto do que eu possa me ajudar.

Eu entendi errado ou o Songbird não entende feeds de Podcast? Só consegui pedir ao programa para assinar o conteúdo de uma página, que carregue no navegador, não um feed XML[bb]. No caso de feeds que possuem uma folha de estilo XSLT para o navegador, como os do Feedburner, a coisa funciona porque o Songbird os entende como uma página web:

Songbird vendo um feed no Feedburner

Já se o arquivo XML não tem nenhuma mágica associada a ele, veja o que acontece:

Songbird vendo um feed XML

Ou seja, eu preciso visitar o site, e mandar o Songbird “assinar” a página que contém a lista de arquivos mp3. Há uma série de problemas com essa abordagem:

  1. Nem todos os feeds tem uma página HTML[bb] que liste os arquivos. Estes eu não posso assinar.
  2. O endereço da página pode mudar. Não deveria, claro, “cool URI don’t change” certo? Mas pode. E muita gente publica conteúdo só no feed, exclusivo para quem assina.
  3. Preciso navegar na minha coleção de podcasts e repetir este processo um a um.
  4. Por falar nisso, não há uma maneira de importar meu OPML. Incluir os podcasts um a um não é divertido. E como ele também não exporta, usar o Songbird significaria repetir o processo no dia em que eu resolvesse migrar para outro programa.

Ou seja, por enquanto ainda não vou me arriscar com o Songbird. É um projeto open source, baseado em XUL, logo é muito fácil criar extensões para ele e melhorá-lo. Qualquer um que saiba javascript pode colaborar. Quem sabe eles não resolvem isso rápido?

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Hoje, logo depois do almoço, alguém da Telefônica me ligou. Para oferecer um aumento na velocidade[bb] em meu Speedy Power 512Kbps. Vai passar para 2Mbps, sem aumentar o preço. A gente reclama tanto deles que, quando eles fazem alguma coisa assim, até se surpreende.

Deve ser a pressão da concorrência. Meu Speedy Power custa R$79,90/mês, e o provedor custa 24,90. O custo total é de R$ 104,80. Com Virtua, que infelizmente não está disponível aqui onde eu moro, eu conseguiria 2Mbps por R$ 99,00. E ainda teria 2Mbps 300Kbps de upload. Com Speedy, mesmo tendo 2Mbps de download, o upload é de apenas 128Kbps, o que faz uma grande diferença para quem trabalha com Internet.

O Diego já tinha me avisado que isso ia acontecer. O dele já está assim há algum tempo.

Update: Upload do Virtua corrigido. Eles já tiveram upload e download iguais no passado, mas faz tempo. Obrigado aos bem informados Matheus e Mikele que comentaram.

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O que você faz de diferente quando não está na frente do computador?

On 3 de maio de 2007, in Sem categoria, by elcio

O Nando me convidou para a brincadeira. Então lá vai:

Quando não estou na frente do computador, eu:

  • Assisto seriados com minha mulher e brinco com minha filha. É o que eu mais gosto de fazer. Se você está pensando “ah, isso não é diferente” é porque nunca nos viu brincando.
  • Toco gaita. Gaita cromática, na igreja. E de vez em quando canto. Com uma predileção especial por música a capella.
  • Cozinho. Quase sempre aos domingos. Quase sempre massa.
  • Jogo banco imobiliário. Jogo outras coisas também, mas nesse é difícil alguém ganhar de mim.

Já que abrimos para o off-topic pessoal, outras coisas curiosas a meu respeito:

  • Fiz magistério no segundo grau. Isso mesmo, você leu certo. Foi em Petrópolis, no IPAE. Uma das melhores coisas que fiz na vida foi ter ido estudar lá.
  • Cresci freqüentando o clube de desbravadores, no qual ainda colaboro esporadicamente como voluntário. Ali tive a oportunidade de fazer algumas coisas inesquecíveis da minha adolescência, como explorar cavernas, descer a Serra do Mar a pé, acender uma fogueira sem fósforos, e cozinhar nela minha própria comida, andar 80 km de bicicleta num dia, desfilar no sambódromo no 7 de setembro (já defilei segurando troféu, bandeira, marchando, tocando bumbo e trompete) e, o mais interessante de tudo, dormir ao relento.
  • Falo 33 idiomas diferentes. Mas as pessoas só entendem quando eu falo português. E eu só as entendo quando falam português.

Vou convidar para participar do jogo:

E agora voltamos a nossa programação normal

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O Fred, a quem eu finalmente tive o privilégio de conhecer pessoalmente no Encontro Locaweb em Porto Alegre, me entrevistou no aeroporto. O tema: ferramentas open source[bb] ou proprietárias? Confira o podcast.

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Eu ao vivo no Encontro de Desenvolvedores Locaweb

On 19 de abril de 2007, in Geral, by elcio

Vou estar no Encontro de Desenvolvedores Locaweb este ano, apresentando a palestra “Microformats[bb], a web semântica com letra minúscula”. É na próxima quarta-feira, dia 25, em Porto Alegre, 10 de maio em Curitiba, 30 de maio no Rio de Janeiro e 12 de junho aqui em São Paulo.

Se você for e tiver condições, leve uma extensão para que possamos fazer uma brincadeira lá. Uma extensão elétrica comum, com tomada de pinos redondos, qualquer uma serve.

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Veja como você será quando ficar velho.

On 11 de abril de 2007, in Sem categoria, by elcio

Mude seu CSS. Veja como você será quando ficar velho. Ou como você era quando criança, bebê, adolescente, ou ainda transforme seu rosto num de outra raça. Na seqüência a seguir, você pode ver meu rosto com templates do extremo oriente, do oriente médio, afro-caribenho, adolescente e idoso:

O formato de bebê não ficou bom, acho que por causa da barba. Brincadeira interessante. Faça você também, basta acessar o Face transformer e seguir as instruções.

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Saudades

On 9 de abril de 2007, in Sem categoria, by elcio

Amigos, não consigo mais viver sem ouvir o RadarPOP. Estou sofrendo crise de abstinência! Alguém faça alguma coisa!

Porque esse pessoal podcaster insiste em ter trabalho, família e vida social? Eles não percebem o mal que fazem aos seus ouvintes?

Também sinto falta do finado BlogBits, do Gui Leite, e do primeiro podcast brasileiro, e já estou começando a sentir falta do Braincast #9 e do Podcast de Guerrilha que já vão completar dois meses sem episódios novos.

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Resultado do concurso dos 4KB

On 30 de março de 2007, in Sem categoria, by elcio

Depois de muito confabular, chegamos a uma conclusão a respeito do Desafio dos 4KB.

O vencedor é o Michael Humberto Castillo, com seu joguinho. Demoramos a decidir porque o joguinho tem uns bugs, mas foi o mais impressionante que foi enviado. Como o critério, segundo o anúncio da promoção, era a quantidade de barulho produzida pela reação emocionada do pessoal aqui, não conseguimos deixar de premiar o Humberto, apesar dos pequenos bugs. Parabéns Humberto! Aguarde nosso contato.

Parabéns também a todos os outros participantes! Foi muito divertido.

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Desafio dos 4KB

On 26 de março de 2007, in Geral, by elcio

Momento Jabá: Quanta coisa você consegue fazer com apenas 4KB?

Crie uma página que faça algo impressionante com apenas 4KB de código. Pode usar HTML válido ou inválido, XML, Javascript, CSS e o que mais você quiser, desde que esteja tudo em uma única página. Nada de Flash, imagens externas, scripts externos ou Ajax. O resultado pode ser o que você quiser, desde que seja impressionante. Pode também funcionar apenas no Firefox, se você preferir. Afinal, você vai programar só por diversão.

Inclua a frase “Visie, ensinando os melhores”, publique em algum lugar e envie o link para a gente. Vamos mostrar para o pessoal da Visie e ouvir o “Uau!” da galera. A página que conseguir o maior número de decibéis na reação dos espectadores, a mais impressionante, a mais surpreendente, vai ganhar um curso online de Javascript Crossbrowser da Visie, para você ou para doar para alguém.

Para que todos possamos ver os trabalhos, deixe um comentário aqui com o link para o seu. Você tem até sexta-feira, às 11h da manhã para enviar seus impressionantes 4KB de código. Vamos começar a avaliação na sexta-feira ao meio-dia, e a hora em que vai sair o resultado depende da quantidade de participantes.

Vamos mostrar para esse pessoal boboca por aí que programar[bb] é muito mais divertido que ficar escrevendo frasezinhas de efeito.

Divirtam-se!

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Política de Segurança do Bradesco! Raios Múltiplos!

On 19 de março de 2007, in Sem categoria, by elcio

O Bruno começou: Bradesco: O pior internet banking que eu já vi.

É mesmo, de longe, o pior que eu conheço. Sou cliente Bradesco e Itaú há um bocado de tempo. Mantenho minha conta no Bradesco por uma série de motivos. Primeiro, porque eles me ofereceram crédito pessoal, cartão de crédito, cheque especial e uma porção de outras facilidades, sem que eu precisasse ir até o banco pedir. Sei que eles não fazem isso por bondade, que é interesse do banco que eu me endivide e pague juros a eles. Mas no Itaú, tendo praticamente o mesmo tempo de conta e tendo durante alguns anos movimentado mais dinheiro lá do que no Bradesco, não tenho nem talão de cheques. Eu sei que se for à agência pedir é capaz de conseguir essas facilidades, mas, caramba, tenho que ir à agência?

Há outros motivos para manter minha conta no Bradesco. Embora seja considerado um “banco das massas” e muita gente reclame das filas, tenho tido muita sorte com o atendimento deles na agência. A rede de caixas eletrônicos também é exemplar. Onde eu vou tem um caixa Bradesco Dia e Noite. E, se não tiver, eles ainda têm convênio com a rede 24 horas, embora aí eu pague para sacar. Isso é bem melhor que o sistema do Itaú, onde eu só posso sacar em caixas eletrônicos do próprio Itaú, tenho um limite (pequeno) de saques por mês e, se sacar além do limite, pago uma tarifa por cada saque extra. Além disso, se faço um saque em qualquer caixa eletrônico fora da agência, num supermercado, posto de gasolina ou rodoviária, por exemplo, também pago por aquele saque. Além disso, as tarifas no Itaú são um assalto!

Me sinto entre a cruz e a espada com os dois bancos.

Um ponto para o Bradesco: Uma vez perdi meu cartão do Itaú. Tive que ir até a agência para assinar uma solicitação de um novo. O gerente me deu um prazo, mas a única maneira de saber se o cartão já havia chegado era telefonar para o gerente ou ir até a agência. Acontece que ninguém consegue telefonar para o gerente. Quando o cartão finalmente chegou, o gerente me entregou o cartão e me disse que eu tinha que cadastrar uma senha para liberar o cartão para uso. E para isso, tinha que pegar a fila do caixa. Era o quinto dia útil do mês, a fila era uma daquelas que quase não cabe na agência. No Bradesco, quando meu cartão quebrou, fiz o pedido de um novo por telefone e o recebi em casa.

Um ponto para o Itaú: há pouco tempo eu me mudei e resolvi transferir as contas para uma agência perto de casa. No Itaú a moça digitou meia dúzia de coisas no computador, me deu um único documento para assinar e colou um adesivo em meu cartão com o número da nova conta. Pronto, a conta estava transferida e eu já podia movimentá-la. No Bradesco me pediram uma carta, de próprio punho, solicitando a mudança, me deram um documento de encerramento da conta antiga para assinar, mais toda a papelada de abertura de uma conta nova. Maços e maços de papéis para assinar. Aliás, o Bradesco parece que adora gastar papel. Está bem que eles trabalham com papel reciclado, mas acho que eles fariam mais bem à Natureza se simplesmente poupassem a metade do papel que gastam.

No fim, não sei que banco escolher. Não se também se abro uma conta em um outro e encerro as duas que tenho.

Agora, falando em políticas de segurança, o Bradesco realmente é o campeão da chateação. Uma vez minha esposa telefonou para o Fone Fácil, que devia se chamar Fone Difícil. Ela não estava acostumada às confirmações de cadastro. Aqui em casa, quando a gente precisa telefonar para a companhia telefônica, o banco ou qualquer outro fornecedor de serviços, geralmente sou eu que faço. Você nunca foi pego de surpresa quando perguntam sua idade? Principalmente perto do seu aniversário? Foi o suficiente para bloquearem a conta dela e ela ter que ir até a agência para resolver o problema.

Esse tal “Cartão Chave de Segurança Bradesco” é a coisa mais famigerada que já inventaram. O Itaú tem um igualzinho, mas o Bradesco me pede o cartão para acessar também o Fone Fácil, que devia se chamar Fone Difícil, e para fazer saques no caixa eletrônico.

Preste atenção nos passos para saber meu saldo no Internet Banking:

  1. Acesso o site do Bradesco.
  2. Digito agência e conta e Enter.
  3. Espero, dependendo da conexão muito, até carregar um applet Java.
  4. Digito minha senha eletrônica (não é a mesma do cartão para saque) usando o teclado virtual.
  5. Digito minha frase secreta (pelo menos 22 letras) e Enter
  6. Aparece uma tela me pedindo um dos números do meu cartão chave. Tiro o cartãozinho odioso da carteira, encontro e digito o número pedido e Enter.
  7. Pronto, aparece meu saldo. Viu como é fácil?

Um cliente Bradesco tem:

  1. Uma senha do cartão de débito
  2. Duas letras secretas para usar o caixa eletrônico
  3. Uma senha eletrônica para Internet e Fone Fácil
  4. Um cartão de segurança com 70 números

E de vez em quando ainda te pedem para confirmar dados pessoais em algumas operações.

Por fim: estava tentando testar um serviço novo, o NovoFax, mas não consegui porque o sistema da Visa me manda para o Bradesco quando tento fazer uma compra, e, embora o site e o Internet Banking funcionem no Firefox, os sistemas de pagamento eletrônico não. Estou pensando aqui se assino via boleto ou simplesmente desisto.

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Teste sua Inteligência.

On 18 de março de 2007, in Sem categoria, by elcio

Teste de Inteligência no InterNey.net:

16 pontos

Lembre-se de que isso é apenas um teste, você não precisa levá-lo tão à sério, ok ?

Você é de fato um gênio. Sua inteligência está muito acima da maioria das pessoas deste planeta. Pode considerar-se uma pessoa privilegiada. Seu potencial de raciocínio[bb] está quase que totalmente desenvolvido.

Muito divertido. Me deu vontade fazer uns comentários sobre o teste, mas isso ia estragar a brincadeira para quem não fez o teste ainda. Apenas lembre-se, é um teste de brincadeira. E quase todo teste de inteligência verbal tem um problema sério: subjetividade. Há geralmente mais de uma maneira de raciocinar. Por exemplo, o autor poderia fazer o seguinte:

Qual das palavras a seguir tem mais a ver com morango:

  1. orelhas
  2. banana
  3. beterraba
  4. metrô

Você poderia achar que é orelhas, porque ambas as palavras tem 7 letras. Poderia achar que é banana, porque banana e morango são frutas. Poderia pensar que é beterraba, porque morango e beterraba são vermelhos. Ou poderia achar que é metrô, porque ambas as palavras começam com M. Percebe? O fato de você raciocinar de maneira diferente do autor do teste não significa que você é mais ou menos inteligente. Isso acontece algumas vezes no teste do Edney, inclusive na pergunta que eu errei. Então, não leve a sério os resultados. Embora seja preciso alguma inteligência para responder, também conta a bagagem cultural e a sorte.

Os bons testes de inteligência, os sérios, são não-verbais. Ou seja, o teste é todo baseado em figuras. E figuras abstratas. Assim, pessoas de qualquer cultura e idioma podem fazê-lo. Além disso, são testes que levam um bocado de tempo para se fazer e você só vai encontrá-los na mão de um profissional.
Mas faça o do Edney, é bem divertido.

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Música a capella

On 17 de março de 2007, in Geral, by elcio

O Cris Dias deu a dica: lista de human beatboxes no Boing Boing. Me diverti um bocado. Esse vídeo é muito interessante, me lembrou um episódio curioso da adolescência (talvez um dia eu conte aqui.)

Sou um grande amante de música a capella, principalmente gospel, e até tento cantar em quartetos ou grupos vocais nas horas vagas. Para você que não conhece esse estilo de música, vou deixar uma lista de links de música que gosto:

  • The Acappella Company: vários grupos a capella dirigidos por Keith Lancaster, dos quais o carro chefe é o quarteto masculino Acappella, que acaba de se tornar um quinteto. Lancaster fundou o quarteto Acappella em 1982. Tenho a discografia quase completa dos grupos, faltam alguns dos discos mais novos que são difíceis de encontrar no Brasil. A música do Acappella é tão impressionante que muita gente chega a duvidar que apenas quatro ou cinco pessoas podem fazer aquilo tudo sozinhas. Tive a oportunidade de assistir o Acappella ao vivo quando estiveram no Brasil, em 2000, no Ginásio do Ibirapuera, e conferir o que muitos diziam: é verdade, eles realmente faze ao vivo todos aqueles sons usando apenas o próprio corpo. Para conhecer sugiro ouvir:

    As músicas acima são apenas dos discos do quarteto. Você pode encontrar muito mais, incluindo vozes femininas, no site Acappella.org. Recomendo as Series e o AVB.

  • Take 6: não cantam apenas a capella, por isso não estranhe se encontrar músicas acompanhadas de instrumentos lá. É um tipo de música indescritível com modelos de harmonia que eu nunca vi em nenhum outro lugar. Esqueça tudo o que os livros de harmonia ensinam, isso aqui é realmente novo.
  • Glad: aqui também nem tudo é a capella. Muito diferente dos dois acima, o Glad parece muito com os quartetos vocais dos anos 60. Os arranjos são absurdamente perfeitos, chega a dar raiva.
  • Dos grupos brasileiros que eu já vi cantar, poderia citar Communion e Heivs. Há outros, mas eu não conheço os sites. Há também uma série de outros excelentes quartetos e conjuntos que normalmente cantam acompanhados mas já gravaram músicas a capella. Poderia citar, por exemplo, o excelente e tradicionalíssimo quarteto Arautos do Rei.
  • Claro, não há apenas música religiosa. Mas eu não conheço muito de música secular a capella. Poderia citar que já vi o Roupa Nova cantando a capella, e muito bem. E, claro, o divertido Rockapella. Há também um documentário do Spike Lee chamado Do It A Capella que é muito interessante.

Gostou? Reúna uns amigos e faça você também. Se tiverem nascido com um bom ouvido, não vão precisar de mais nada. Caso contrário, partituras podem ajudar. Há algumas partituras aqui para quem quer começar. Se estiver complicado, sugiro treinar um pouquinho com música tradicional. Há muita, muita informação disponível, inclusive centenas de partituras, no site de um ex-professor meu: 4tons.com.

Update: Acappella no Brasil, eu vou!

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Ladrão rouba carro com criança e a manda de volta de táxi

On 16 de março de 2007, in Sem categoria, by elcio

No Estadão:

A polícia procura na terça-feira (hora local), 13, um ladrão que se roubou um automóvel, mas não se deu conta de que dentro dele havia uma criança dormindo, que mais tarde mandou de volta para casa de táxi, informaram fontes policiais de Baldwin Park, Califórnia (EUA).

A avó da criança estacionou seu carro na segunda-feira de manhã e deixou o motor ligado.

“Minha mãe veio buscar meus filhos e deixou o carro com o motor ligado”, explicou à imprensa Juana Mendoza, a mãe do menino.

O ladrão, que aproveitou o momento, levou o carro, um Ford Taurus[bb] 1993, aparentemente sem perceber a presença de um menino de 5 anos. Ele foi até a estação de ônibus da cidade vizinha de El Monte, onde estacionou.

Segundo informou o tenente David Reynoso, da polícia de Baldwin Park, a noroeste de Los Angeles, o suspeito voltou num táxi e deixou o menino a aproximadamente um quilômetro de sua casa.

Logo em seguida, pagou a corrida de táxi e fugiu. O taxista chamou a polícia, explicou o tenente Reynoso.

O suspeito foi descrito como um hispânico, de 25 a 30 anos e vestindo um suéter cinza com capuz. O automóvel tem a licença da Califórnia.

Vi no blog do Michelson Borges, que acrescentou: ” Dá até inveja dos ladrões de lá…”

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SMS de graça

On 9 de março de 2007, in Sem categoria, by elcio

Gizmo SMS. O primeiro desses serviços que eu vejo funcionar no Brasil. Acabo de enviar um SMS para o meu próprio celular[bb], Claro pós-pago de São Paulo. E, por incrível que pareça, chegou.

Há um limite de 120 caracteres porque eles inserem um pequeno texto logo depois da sua mensagem: Sent for FREE via www.GizmoSMS.com. E também algo parecido no começo da mensagem.

Eu gostei. Usuários de outras operadoras, planos e cidades, podem testar e comentar aqui os resultados, por favor?

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Ajude o Open Source encontrando defeitos

On 2 de fevereiro de 2007, in Geral, by elcio

Você pode ajudar um projeto Open Source sem saber programar e sem gastar horas com isso. Basta escrever um bug report minimamente detalhado.

Por exemplo, o Automatix travou aqui no meu Linux durante uma instalação. Se eu usasse um sistema de código fechado, dificilmente poderia entender o que estava acontecendo. Mas na arquitetura aberta e flexível de sistemas Unix[bb], eu pude ajudar mesmo sem escrever uma linha de código. Escrevi um bug report.

Mesmo com meu inglês miojônico, o sujeito entendeu o que eu disse e já consertou o problema. A versão corrigida já está inclusive em minha própria máquina, atualizada sozinha pelo Ubuntu[bb].

Compare isso com as alternativas que você tem ao encontrar um defeito num produto de código fechado, rodando num sistema fechado e complicador como o Windows. O Linux[bb] também tem bugs, claro. A diferença é que com Linux você não está impotente. Você pode ajudar.

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Speedy Vantagens, da Telefônica, e minha breve participação no Google Codejam

On 30 de janeiro de 2007, in Sem categoria, by elcio

Como estava curiosíssimo com o assunto, resolvi participar do Google Codejam Latinamerica. O round de qualificação foi muito divertido. Participando por hobby, não tive tempo de me preparar, sequer de ler o regulamento, o que me fez perder um problema inteiro por um detalhe boboca. Apesar disso, me classifiquei para o segundo round na posição 218. Desse round 250 avançam para o próximo, por isso, vendo minha posição, fiquei ainda mais animado para participar.

Diferente da rodada de qualificação, a de hoje aconteceu com hora marcada. Das 20h às 21h. Cheguei em casa às 19h30, depois de muita correria para chegar a tempo. Estou ministrando um treinamento de dia inteiro numa cidade próxima. Liguei o computador e tentei conectar. Nada.

Luzes do modem[bb] acesas, access point funcionando, cabos conferidos. Acessei a telinha de administração do access point e vi que ele havia se conectado via PPPoE normalmente. Tinha obtido um IP e um gateway, e os endereços de DNS. Tentei pingar o gateway. Pingou. Tentei pingar o DNS. Nada. Não era preciso ser nenhum gênio do TCP/IP para perceber que o problema era na Telefônica.

Liguei para o suporte da Telefônica. Disquei o DDD e o número de telefone, disquei o CPF, disquei as opções do menu e esperei. Quase dez minutos. Me atendeu uma mocinha, perguntou o meu nome, em seguida no que podia ajudar. Disse que me conectava via PPPoE, obtinha um IP, conseguia pingar o gateway mas não conseguia pingar mais nada além do Gateway.

- O senhor quer dizer que não consegue navegar no Speedy? – me perguntou ela, deixando claro que não tinha entendido nada desse papo de PPPoE e Gateway.

- Exato.

Ela me perguntou o modelo do meu modem, em seguida a versão do meu Windows.

- Eu não tenho Windows.

- E que sistema o senhor usa para conectar ao Speedy?

- Linux[bb].

Eu não saberia descrever o que acontece depois dessa resposta. Aquela mini-eternidade de silêncio, aquele clima de “Houston, we have a problem.” Você quase consegue sentir os dedos trêmulos da atendente revirando suas anotações, tentando entender porque nunca viu aquela pergunta em seus roteiros.

- Um momento senhor, eu vou verificar. – Uma coisa há de se elogiar no suporte da Telefônica, eles não colocam dois gerúndios por sentença. “Estar verificando” é a última coisa que eu gostaria de ouvir nesse momento. ;-)

Musiquinha de fundo. Alguns minutos depois a moça volta para informar que conversou com o pessoal do suporte técnico e foi informada de que o Speedy não tem suporte para Linux. Passei mais de cinco minutos tentando explicar que o problema não era o meu Linux, que eu tinha certeza disso, que o problema era na Telefônica. Dizer que contratei um serviço que não está funcionando, pelo qual eu pago todo mês, e que eu não quero suporte para meu sistema operacional, que quero apenas a conexão pela qual pago, não fez diferença nenhuma.

Ao final dos cinco minutos ganho um outro “vou verificar”, seguido de dois minutos de musiquinha e propaganda, e sinal de ocupado. Gosto de pensar que a atendente da Telefônica não desligou na minha cara, mas que eles tiveram um problema com o sistema de atendimento deles e a linha caiu.

Fiz mais duas tentativas em seguida. A mesma história. Pelo menos dez minutos tentando convencer o atendente a me deixar falar com alguém capaz de entender minimamente o que estou dizendo, seguido de um “vou verificar”, alguns minutos de musiquinha e propaganda, e sinal de ocupado.

Antes de contar minha última tentativa, convém lembrar do momento mágico, quando o atendente ouve a palavra “Linux”. As reações são as mais diversas, mas raramente positivas. Um dos atendentes me respondeu:

- Ah, senhor, o Speedy não é compatível com Linux. Não funciona.

- Mas eu me conecto no Linux há mais de cinco anos nesse mesmo Speedy.

(Cinco segundos de silêncio.)

- Senhor, o software de instalação do Speedy não funciona no Linux.

Outro chegou a me sugerir reinstalar o Linux. Quando eu tentei explicar que a idéia é absurda, ele me disse que, uma vez que o Speedy não oferece suporte a Linux, eu poderia solicitar a visita de um técnico, mas o técnico teria de qualquer maneira que reinstalar meu Linux!!!

Na quarta ligação, depois de mais de quarenta minutos ao telefone, resolvi tentar uma abordagem diferente. Me atendeu um tal de Marcos, sujeito simpático. Expliquei como estava me sentindo com o atendimento. Expliquei que já havia ligado três vezes, que me mandaram esperar e a linha caía. Deixei bem claro que estava insatisfeito e desanimado. Quase implorei ajuda.

Depois de escutar minha história toda, ele fez as perguntas do roteiro. Quando ouviu “Linux”, aquele mesmo silêncio. Oh-oh!

Mais dez minutos de papo, tentando explicar para o moço que, embora a Telefônica não pudesse me ajudar com meu Linux, não pode se recusar a pelo menos me atender. A mesma conversa dos outros e, ao final da conversa, o mesmo “vou verificar”. Quase desliguei quando começou a musiquinha insuportável das propagandas do Instituto Telefônica. Mas, para minha surpresa, menos de um minuto depois o Marcos voltou! E havia uma outra pessoa na linha. O Marcos o apresentou, Luciano, do suporte avançado (ou algo parecido.)

O Luciano ouviu minha conversa e pareceu entender o que eu dizia! Aleluia! Ele me pediu alguns segundos para fazer um teste na linha, em seguida perguntou sobre as luzes do meu modem. Pediu mais alguns momentos e digitou uma porção de coisas em seu teclado.

- Senhor, a Telefônica está fazendo uma manutenção em sua região para o aumento da segurança dos usuários. O serviço foi iniciado às 19h20, e a previsão é que seja terminado em três horas, ou seja, perto das 22h20.

Agradeci ao Luciano, desliguei e esperei. Porque não me deixaram falar com ele, ou com alguém que pudesse pelo menos entender o meu problema, logo de cara? Porque tenho que gastar cinqüenta minutos ao telefone para encontrar alguém cuja resposta não fosse: “seu sistema operacional é feio e nós não queremos nem falar com você”?

Outra coisa que me deixa com a pulga atrás da orelha é o fato de eles realizarem uma manutenção programada e os clientes não serem avisados. Um e-mail ou telefonema teria resolvido o problema todo, e eu teria participado do Codejam no escritório.

Ah, que inveja do Janio! E lá se foi o Codejam…

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Ensinando crianças a programar

On 28 de janeiro de 2007, in Geral, by elcio

Acabo de ler:

Why Johnny Can’t Program

O sujeito conta a sua experiência em ensinar crianças a programar. Ele usou a linguagem LOGO, que eu também usei em minha infância, e que eu já usei para ensinar crianças a programar.

LOGO é, de longe, a melhor maneira de se ensinar programação para crianças. A metáfora da tartaruga torna a coisa bem divertida, e permite à criança obter resultados interessantes muito rápido.

Para quem usa Linux, uma excelente opção é o kturtle. O Manual do KTurtle é bastante completo e bem escrito.

Preparei um rápido vídeo para que você tenha uma idéia de como funciona. Escrevi o programa abaixo:

clear
pendown
repeat 9 [
  forward 100
  turnright 160
]
penup
turnleft 90
forward 50

Veja rodando:

Se você usa Debian ou Ubuntu, pode instalar o kturtle usando o synaptic. No Ubuntu, pode também fazer, num terminal:

sudo apt-get install kturtle

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Navegando 23/Jan/2007

On 23 de janeiro de 2007, in Geral, by elcio
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