Logo que saiu o piloto do [o - ] taligado, eu publiquei aqui meus elogios. E não é que o Marco Gomes me convidou para participar da primeira edição? Está no ar: Edição 01, sobre Startups, com esse vosso humilde servo.
Eu, descaradamente, aproveitei a oportunidade para perguntar para o Marco e o Gilberto tudo aquilo que eu tinha vontade de saber
E me diverti um bocado!
Saiu o episódio piloto do [ o - ] taligado?, podcast do Gilberto Jr e do Marco Gomes sobre tecnologia, mercado de Internet no Brasil e divagações relacionadas. A parte sobre start-ups é muito interessante.
De brinde, a abertura e o fechamento com uma música do Noriel Vilela que eu não ouvia há um tempão, e que é uma delícia: Dezesseis Toneladas.
Como todo mundo anda elogiando, resolvi testar o Songbird. O programa é lindo! Mas eu acho que ainda não vou conseguir usá-lo. Talvez eu não tenha entendido direito o funcionamento do programa, e algum leitor mais esperto do que eu possa me ajudar.
Eu entendi errado ou o Songbird não entende feeds de Podcast? Só consegui pedir ao programa para assinar o conteúdo de uma página, que carregue no navegador, não um feed XML. No caso de feeds que possuem uma folha de estilo XSLT para o navegador, como os do Feedburner, a coisa funciona porque o Songbird os entende como uma página web:
Já se o arquivo XML não tem nenhuma mágica associada a ele, veja o que acontece:
Ou seja, eu preciso visitar o site, e mandar o Songbird “assinar” a página que contém a lista de arquivos mp3. Há uma série de problemas com essa abordagem:
- Nem todos os feeds tem uma página HTML
que liste os arquivos. Estes eu não posso assinar.
- O endereço da página pode mudar. Não deveria, claro, “cool URI don’t change” certo? Mas pode. E muita gente publica conteúdo só no feed, exclusivo para quem assina.
- Preciso navegar na minha coleção de podcasts e repetir este processo um a um.
- Por falar nisso, não há uma maneira de importar meu OPML. Incluir os podcasts um a um não é divertido. E como ele também não exporta, usar o Songbird significaria repetir o processo no dia em que eu resolvesse migrar para outro programa.
Ou seja, por enquanto ainda não vou me arriscar com o Songbird. É um projeto open source, baseado em XUL, logo é muito fácil criar extensões para ele e melhorá-lo. Qualquer um que saiba javascript pode colaborar. Quem sabe eles não resolvem isso rápido?
O Fred, a quem eu finalmente tive o privilégio de conhecer pessoalmente no Encontro Locaweb em Porto Alegre, me entrevistou no aeroporto. O tema: ferramentas open source ou proprietárias? Confira o podcast.
Amigos, não consigo mais viver sem ouvir o RadarPOP. Estou sofrendo crise de abstinência! Alguém faça alguma coisa!
Porque esse pessoal podcaster insiste em ter trabalho, família e vida social? Eles não percebem o mal que fazem aos seus ouvintes?
Também sinto falta do finado BlogBits, do Gui Leite, e do primeiro podcast brasileiro, e já estou começando a sentir falta do Braincast #9 e do Podcast de Guerrilha que já vão completar dois meses sem episódios novos.
Site legal: dnScoop. Analisa uma série de variáveis, incluindo page rank, quantidade de links, quantidade de páginas indexadas e relatório de tráfego do Alexa, para dizer quanto o site vale. Mesmo que o valor seja de mentirinha, o relatório é bastante útil. Vale a pena conhecer.
Sim, este blog, o elcio.com.br e o visie.com.br valem, cada um, cerca de US$ 17.000. E o Tableless vale US$ 76.560.
Escutei a dica no MesadeCentro.com, um podcast que eu recomendo, muito divertido.
Milhões de felizes proprietários de iPod devem ter olhado para seus aparelhos com desdém ontem. A tecnologia tem esse poder estranho, muito parecido com o da moda, de fazer com que você ache, em pouco tempo, que aquilo que comprou não serve mais.
Quanto tempo vai levar para o iPhone estar obsoleto e as pessoas correrem atrás do iPhone mini, do iPhone nano, do iPhone 2.0 ou seja lá o que vier depois?
Numa discussão muito interessante sobre isso na radinho:
- O iPhone e a felicidade impossível, o René tem essa capacidade inusitada de enxergar o óbvio que a gente não quer ver.
- Obsolete, muito bom, e muito engraçado.
Bom, eu tenho um iPobre, desses mp3 chineses a pilha, de 1Gb. Paguei R$ 200,00 no Stand Center
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As vantagens em relação ao iPod: a pilha dura quase duas semanas, não preciso me lembrar de carregar cabo, e é pequeno, muito pequeno. Do tamanho de um shuffle, mas com uma telinha, de maneira que eu posso escolher o que vou ouvir. É um pen drive, sem precisar instalar nada. E grava.
As desvantagens: preciso comprar pilhas. Agora estou usando recarregáveis. Não posso ler e-books, nem tenho agenda de contatos, para isso continuo usando o celular. Inclusive, descobri que ler e-books online no celular é bom o suficiente para que eu gaste algumas horas nisso. E não tenho “a experiência”, como um amigo, dono de um iPod, definiu a diferença entre meu aparelho e o dele.
Sinceramente? Estou bastante feliz assim. É muito bom fazer caminhada ouvindo música. Ponto.
Já o celular eu gostaria de trocar. Quero qualquer um capaz de rodar isso aqui.
E chega, por enquanto…
