Coquetel de lançamento do livro: Internet – O Encontro de Dois Mundos

Internet o encontro de dois mundos Nesta quarta-feira, 4 de junho, às 19h na FNAC da Paulista, haverá o coquetel de lançamento do livro Internet – O Encontro de Dois Mundos, que conta com uma crônica deste seu humilde blogueiro.

O coquetel é gratuito, e contará ainda com uma palestra de Gil Giardelli. Vai por mim, só a palestra já valeria sua ida até lá.

O livro também é algo muito especial. Nada de XHTML, Rails, PHP, Flash e coisas do gênero, é um livro para te fazer pensar.

Palestra: construa seu validador de formulários

Algumas pessoas têm me escrito perguntando como extender o validador de formulários universal que publiquei há algum tempo. O manual do programador é um excelente recurso para isso.

Mas você que é de São Paulo, tem a oportunidade de ver tudo funcionando ao vivo. Nessa quinta-feira, na palestra “Formulários Definitivos“, vou construir um validador igualzinho a esse do zero, explicando cada conceito e o porquê de cada decisão no projeto.

Isso, entre outras coisas. Você também pode conferir o programa da palestra, e até quem sabe ganhar um ingresso grátis.

Aconteceu comigo: eu faço parte da revolução

Na última quinta-feira preparamos uma edição especial do Workshop de Produtividade apenas para convidados. Acontece que, por “motivo de força maior”, um bom grupo de convidados não pode vir. Tínhamos então o dilema de fazer o evento com poucas pessoas.

Naquela manhã o Diego ficou sabendo, no twitter, que o Marco Gomes estava transmitindo o pessoal da boo-box jogando Wii. Logo ele teve a idéia de transmitir o evento.

O resultado me surpreendeu. Embora fosse de graça, era um evento em horário comercial, não teve nenhuma divulgação e foi anunciado na hora do evento. Achei que ninguém ia conseguir se agendar para assistir, mas tivemos uma média de 30 participantes, com alguns períodos com mais de 50. Os vídeos estão disponíveis para quem quiser conferir.

A cada dia mais me convenço de que isso tudo é uma revolução. Não estamos apenas fazendo melhor as mesmas coisas de antes, estamos fazendo coisas que antes não eram possíveis. Ouse, se arrisque, não tenha medo. Você corre o risco de as coisas darem certo.

Eu no [o – ] taligado, sobre startups

Logo que saiu o piloto do [o – ] taligado, eu publiquei aqui meus elogios. E não é que o Marco Gomes me convidou para participar da primeira edição? Está no ar: Edição 01, sobre Startups, com esse vosso humilde servo.

Eu, descaradamente, aproveitei a oportunidade para perguntar para o Marco e o Gilberto tudo aquilo que eu tinha vontade de saber 😉

E me diverti um bocado!

Intercon 2007: ninguém compra essa coisa de site

Ao final de minha palestra[bb], em que falei de métodos, práticas e ferramentas para a produtividade, padrões web e acessibilidade, o grande Manoel Netto, do Tecnocracia, me fez aquela pergunta que todos já estamos cansados de ouvir, mas é importantíssima:

Como fazer com que o cliente pague por padrões web, acessibilidade e toda essa qualidade, quando há gente por aí desenvolvendo sites[bb] a R$ 70,00?

Há dois pontos importantes aqui. O primeiro é que nem todo mundo precisa realmente de um site. O seu José da quitanda da esquina talvez não precise realmente de um site. Pode ser que isso venha a mudar num futuro próximo, e estou à disposição para revisar esse artigo, mas hoje talvez parte do problema seja que você está tentando vender um site para alguém que realmente não precisa de um. Esse ponto nos leva a um próximo:

Ninguém está interessado em comprar esse negócio de site aí. Ninguém compra site. Se você vende site, está vendendo alguma coisa que ninguém quer comprar, e seus clientes vão achar caro mesmo. Ninguém compra site, ninguém compra sistema, ninguém compra e-commerce. Pronto falei. Sabe o que se passa na cabeça do seu cliente quando você oferece a ele um e-commerce por, digamos*, R$ 25.000,00?

“Por esse dinheiro eu coloco dois operadores de telemarketing para trabalhar aqui por um ano.”

“Hmmm, é o preço de uma boa reforma na frente da minha loja.”

“Por que eu deveria pagar por isso mesmo?”

Padrões web, usabilidade, acessibilidade, Ajax, tudo isso tem um custo, mas não é isso que seu cliente compra. No caso de nosso e-commerce hipotético, ele está comprando um vendedor. Um vendedor que trabalha 24 horas por dia, que não vai ficar doente ou abrir um processo trabalhista, um vendedor que pode atender milhares de pessoas. É uma questão de números, R$ 25.000,00 pode ser muito barato se você puder mostrar a ele que vale a pena.

Mostre a seu cliente quanto dinheiro ele vai ganhar, ou quanto ele vai poupar. Dê a ele segurança disso, e ele vai achar seu preço barato. Por exemplo, do último e-commerce que você desenvolveu, qual a quantidade de visitas? Qual a taxa de conversão? Qual o ticket médio? Você faz idéia de quanto o seu cliente lucrou com o site?

Do último sistema de atendimento online que você fez, qual o grau de satisfação do usuário? Qual a eficiência do sistema comparado com o atendimento telefônico? Eficiência se mede em quantidade de clientes atendidos, em tempo de atendimento, etc.

Se você não tem números, seu cliente vai ter que decidir na base do palpite. Vai ser realmente difícil para ele escolher entre você e o sobrinho dos R$ 70,00. Mostre a ele porque ele deveria deixar de contrar mais dois vendedores ou reformar a frente da loja.

* Você provavelmente deve ter entendido que eu não estou dizendo que um e-commerce deva custar R$ 25.000,00. Esse é um preço hipotético. Um e-commerce pode custar R$ 2.500,00 ou R$ 250.000,00, e esse não é o nosso assunto aqui.

Café.com Blog: o que são blogs?

Acabo de chegar do Café.com Blog. O evento, promovido pela revista Bites, reuniu frente a frente executivos de Tecnologia de Informação de grandes empresas, empresários e outros engravatados com um interessantíssimo time de blogueiros[bb]. O evento foi interessante, mas o formato ainda pode melhorar bastante. O BlogCamp, por exemplo, foi muito mais interessante. Um evento sobre mídia social não pode começar com palestras do tipo “você fala, nós escutamos”, mesmo que as palestras tenham sido muito boas.

Depois das palestras conversei com alguns blogueiros e o clima era meio de “foi para isso que viemos aqui?” Na hora do bate-papo, o evento realmente começou a gerar algum valor, mas o tempo era muito escasso e a coisa toda ficou formal demais. Paciência, blogueiros. Uma coisa é pegar um sujeito que passa seus dias compartilhando informações no blog, no Twitter, no Facebook e jogá-lo numa desconferência. Outra é pegar o diretor de TI de uma empresa com 10.000 horas de PowerPoint no currículo e tentar fazê-lo colaborar.

Nas perguntas dos engravatados ficou claro que as empresas ainda não entenderam esse negócio todo. “Como me comunicar com blogs? Como vocês blogueiros vêem os blogs corporativos? etc.”

Bom, vamos do começo. O Edney disse no evento que começou seu site porque não aguentava mais seus amigos fazendo perguntas sobre informática. Esse é um exemplo fantástico. Um blogueiro é só isso, uma pessoa, que por qualquer motivo tem alguma coisa a dizer. Eu disse PESSOA, Pê – ê – ésse – ésse – ô – a!

Embora para o Edney seu blog possa ser um negócio, um emprego, um hobby ou qualquer outra coisa, para o resto do mundo é só isso: uma pessoa. Sabe aquele cara no seu prédio que conhece todo mundo? Conhece os vizinhos, conhece os porteiros, conhece os taxistas e o cara da padaria? O blogueiro é como esse cara, a única diferença é que um blogueiro como o Edney tem 3 milhões de vizinhos.

Imagine que você tenha um produto para vender, digamos, um desembaçador de espelho de banheiro. E vai convencer seus 10 vizinhos mais populares a falar do seu produto. Você os conhece, pessoalmente. Que estratégia você vai usar? Mandar um press-release a cada um deles? O blogueiro é como o seu vizinho. Não tem nenhuma obrigação de falar de você, e se resolver falar, não tem nenhuma obrigação de falar bem. E simplesmente não vai dar nenhuma atenção se achar que você está desperdiçando o tempo dele. Então se você não der a ele algo a respeito do qual vale a pena falar, ele simplesmente irá ignorá-lo. E se der algo muito ruim, ele pode achar que vale a pena falar mal sobre seu produto.

Quer saber de um segredo? As coisas sempre foram assim. Se você pegar os livros de marketing de 20 anos atrás vai encontrar bastante coisa sobre o poder do boca-a-boca. As pessoas sempre procuraram informações com o vizinho, com um amigo ou parente antes de comprar. O que acontecia de diferente é que no passado nem sempre o sujeito encontrava um amigo ou parente que possuía ou sequer se interessava pelos produtos que ele queria comprar. Era o caso do sujeito que queria uma boa máquina fotográfica, mas não tinha absolutamente ninguém próximo que entendesse de fotografia. Hoje, no melhor estilo long tail, você vai encontrar na web gente apaixonada por aquilo que é do seu interesse, sejam bromélias, espeleologia ou computação analógica.

Então vamos às perguntas

Como me comunicar com blogs?

Exatamente como com o seu vizinho. Como uma pessoa. Não tenho tempo de ouvir a ACME.com, mas a coisa vai ser diferente se o Marcelo, que é um cara muito legal, bem-humorado e inteligente, leitor do meu blog e de uma série de outros, e que por um acaso trabalha na ACME.com, tomar seu tempo para me escrever algo genial, que vale a pena ser passado adiante.

Ligue para o setor de atendimento de qualquer grande empresa de tecnologia para perguntar sobre um novo modelo de computador. Um que seja 0800, para que você não gaste seu dinheiro à toa. Preste atenção em como eles falam. Agora ligue para um bom amigo que trabalha na área, para pedir indicações de, sei lá, que computador comprar. Veja como ele fala.

Percebeu a diferença? Os caras do “Manifesto Cluetrain” dizem:

Conversações entre seres humanos parecem humanas. Elas são conduzidas em uma voz humana. As pessoas se reconhecem como tal pelo som desta voz.

Quer seja explicando ou reclamando, brincando ou séria, a voz humana é genuína. Ela não pode ser falsificada.

A vida corporativa nos ensina a vestir fantasias. Uma mãe de três filhos divorciada, dona-de-casa por opção, cinéfila, ciclista e artesã veste todas as manhãs sua fantasia de diretora executiva de multinacional. Lá ela não fala sobre seus filhos ou a última pedalada. Ela não conta piadas nem fala abertamente o que pensa como faz fora da empresa. Sua voz deixa de ser humana. É assim que as empresas estão falando com seus clientes, e é assim que estão tentando falar com os blogueiros.

Como vocês blogueiros vêem os blogs corporativos?

Depende. O que exatamente você chama de “blog corporativo[bb]“?

Tenho um amigo que trabalha na Microsoft. Sou usuário de Linux e, que me lembre, não uso atualmente nenhum produto da Microsoft. Mas, graças a nossas conversas (presenciais, não em blogs) sei bastante coisa sobre o que a empresa anda fazendo hoje em dia, inclusive algumas soluções muito, muito interessantes. Estou até propenso a escrever sobre algumas coisas.

Por que meu amigo conseguiu me falar dessas coisas todas? Porque ele é humano. Porque se eu digo que determinado produto não presta ele não responde com um “estamos fazendo o melhor para atendê-lo” ou qualquer outra coisa assim.

Quer ver só? Acesse o blog do Rexona. Você vai perceber que é só um clipping de notícias com um sistema de comentários. Não foi escrito por uma pessoa, foi escrito talvez por uma empresa, um frasco de desodorante ou quem sabe um atendente de telemarketing. A voz das pessoas é diferente daquilo. Pessoas tem um nome. “Rexona” não é nome de gente. Pessoas emitem opinião. Às vezes, até são engraçadas.

Os blogs não podem salvar seu produto ruim.

Tenho falado mal da Telefonica aqui neste blog. Atendem mal, e me deixaram de fora do Google CodeJam. Já falo mal deles há uns cinco anos, e esse site, por exemplo, está no ar há seis.

Se você fizer uma busca simples, vai descobrir que as reclamações são constantes. A qualidade do serviço e do atendimento não mudou nada nesses seis anos. O que você acha que as pessoas estão falando por aí, fora da internet, sobre a Telefônica? Converse com seus vizinhos. Não há nada que a Telefônica possa fazer para que eu e milhares de outros blogueiros falemos bem dela, a não ser melhorar o serviço.

Esta semana precisei novamente deles. Perdi horas ao telefone. Não é uma hipérbole, perdi horas literalmente. Se for falar da Telefônica, o que você acha que eu vou dizer?

Produto é marketing

Homens de marketing[bb], o trabalho de vocês tem mais a ver com operações, atendimento e a própria criação do produto. Voltem aos seus velhos manuais de marketing da faculdade, e vocês vão ver que tudo isso está lá dentro, esquecido. Criar o produto, dizer como ele deve ser, é uma atividade de marketing.

Você precisa de um produto que as pessoas, ao ver, pensem: “Uau! Preciso contar isso para alguém.” Pense no Skype, no iPod, no Nintendo Wii, no Gmail, no TiVo. Simplesmente não dá mais para falsificar isso, porque estamos todos conectados.

Intercon 2007: Twitter

Para mim é difícil dizer quem foi a grande estrela do Intercon 2007: o Luli ou o Twitter. Durante as palestras víamos boa parte do público de cabeça baixa, olhando para seus celulares[bb], exercitando freneticamente seus polegares.

Saindo do Intercon e voltando ao mundo real descobri um fato estarrecedor: a maioria das pessoas não sabe o que é o Twitter. Mesmo num evento de desenvolvedores de que participei no domingo, ninguém sabia o que era! Então vamos começar com o básico:

Qualquer um pode entrar lá e criar uma conta. Em seguida o twitter pergunta “o que você está fazendo agora?” E você pode entrar lá, quantas vezes quiser, e dizer o que está fazendo agora. E também pode encontrar seus amigos lá e clicar em “follow”. Ao fazer isso, você é avisado sempre que um deles escrever alguma coisa. Isso pode ser simplesmente publicado em sua página no Twitter ou enviado para você por Gtalk ou SMS. Você também pode escrever via Gtalk ou SMS, sem abrir a página do Twitter.

Da primeira vez que vi isso, pensei que fosse completamente inútil. Ora, o que alguém poderia escrever diferente de “escrevendo no twitter”. E que interesse eu tenho se fulano está escovando os dentes ou ciclano está alimentando os gatos? Durante um bom tempo eu, e uma porção de gente que eu conheço, se recusou a usar o Twitter.

Quando resolvi dar uma chance ao Twitter, comecei a entender de verdade seu valor. O truque número um é que você pode responder ao que alguém disse, basta começar sua mensagem com @nomedosujeito. O truque número dois é que você pode escrever o que quiser, não apenas o que está fazendo agora.

Veja, por exemplo, o que aconteceu no Intercon. Durante uma palestra alguém tem uma dúvida ou uma idéia genial. Ao invés de cochichar com a pessoa ao lado, escreve no twitter. É como se estivesse cochichando com cem ou duzentas pessoas que podem responder. Imagine uma sala de bate-papo onde você só escuta quem você escolheu, e que funciona muito bem em seu celular.

Outro exemplo, você resolve almoçar no intervalo do evento. Publica no twitter onde está e para onde vai. Seus amigos ficam sabendo e podem responder na hora. Pense na troca de SMS que você já faz, mas em grupo. Sabe aqueles filmes em que a equipe dos mocinhos tem um comunicador em que quando um fala todo mundo ouve?

Claro, esse é o uso que eu estou fazendo do Twitter, não quer dizer que é o único ou “o jeito certo”. Mas, a julgar pela quantidade de gente que estava usando assim no Intercon, deve ser um dos melhores usos. Os resultados? Confira o que o Manoel Netto escreveu sobre o assunto.

Entenda bem, não é o Twitter, é o fato de estarmos conectados o tempo todo, do mesmo jeito que não era o Napster, era o fato de podermos compartilhar nossas músicas, e não era o ICQ, mas o fato de poder falar com gente do mundo todo, inclusive meus vizinhos. Não sei se o Twitter vai continuar a ser usado por anos, ou se vai surgir algo que vai conseguir substituí-lo, não importa. O que importa é que podemos nos falar, estamos conectados, em qualquer lugar e sempre que quisermos, e em grupo. Isso é algo completamente novo, e muda muita coisa.

Intercon 2007: Eu fui! ;-)

Este ano, finalmente, eu pude participar do iMasters Intercon! Já há alguns anos que eu quero ir, mas não consigo, cheguei a ser convidado para palestrar e não pude, mas dessa vez, finalmente, foi. Deixei o pessoal por aí publicar seus posts sobre o assunto primeiro, principalmente porque o evento me deixou com a cabeça cheia de idéias, e precisava de um tempo para digerir tudo e falar sobre elas ao invés de tentar fazer uma cobertura “jornalística”. Esse é então o primeiro de uma provável série de posts sobre o Intercon, e nesse primeiro vai ser difícil evitar a rasgação de seda, tão bem impressionado que eu saí de lá.

Primeiro eu quero agradecer ao Tiago Baeta e ao André Metzen pelo evento e pelo convite. Imagino a quantidade de trabalho que dá promover um evento como o Intercon. Parabéns, foi fantástico! Quero também agradecer ao Maurício Samy, o Maujor, que foi quem primeiro indicou meu nome para o Intercon. Valeu pessoal!

Quero também agradecer à platéia. Vocês foram demais. O Manoel Netto disse que eu consegui atingir 80% da platéia. Tomara. (Mostrei o post dele para um amigo e ele perguntou, ingenuamente: “como ele sabe?” Para os desavisados: claro, ele não sabe, é um palpite baseado no que ele viu lá de cima. E seria melhor não ter que explicar isso.) Mas o fato é que a platéia estava animada e participativa, empurrando a gente.

Como este ano o evento foi ecologicamente responsável[bb], recebi como presente um lindo bonsai. Acertaram no presente, além de mim, minha família adorou. Pusemos no pinheirinho de Gulliver o nome de “Jaspion” e vamos nos esforçar para que ele tenha uma vida longa, intensa e bem vivida. Se alguém aí tem dicas sobre como cuidar de bonsais, por favor envie.

Infelizmente, só pude assistir ao evento na sexta e tive que sair no intervalo do “se vira nos 3”, mas o evento valeu cada minuto que passei lá. Aprendi muito com as palestras[bb], e muito mais com o twitter e no bate-papo do lado de fora. Saí de lá com aquela sensação de “preciso fazer mais isso”.

Vídeo e slides da minha palestra no ELPI

Coloquei os slides no slideshare, aqui.

E o Andrey Pedro Lefkum filmou a palestra inteira e publicou.

A resenha oficial:

A palestra apresentou ao público os Microformats[bb], uma maneira de incluir novas características e possibilidades no HTML atual, oferecendo significado extra ao conteúdo e facilitando a criação de mash-ups. Comparou também a adoção inicial de Microformats com o padrão de adoção de novas tecnologias abertas, em especial o RSS. Por fim, demonstrou com exemplos práticos a simplicidade para se implementar Microformats e sua grande utilidade e flexibilidade.

Bom proveito!

Encontro Locaweb de Profissionais Web em Curitiba amanhã

No encontro lá em Porto Alegre mais de 300 pessoas. Foi muito divertido.

Amanhã é a edição do evento em Curitiba, e como nos outros, vou estar apresentando a palestra “Microformats[bb], a web semântica com letra minúscula”. Você pode se inscrever direto no local (Estação 21 Convention Center.)

E a brincadeira continua. Se você for e tiver condições, leve uma extensão para me emprestar. Uma extensão elétrica comum, com tomada de pinos redondos, qualquer uma serve.

Eu ao vivo no Encontro de Desenvolvedores Locaweb

Vou estar no Encontro de Desenvolvedores Locaweb este ano, apresentando a palestra “Microformats[bb], a web semântica com letra minúscula”. É na próxima quarta-feira, dia 25, em Porto Alegre, 10 de maio em Curitiba, 30 de maio no Rio de Janeiro e 12 de junho aqui em São Paulo.

Se você for e tiver condições, leve uma extensão para que possamos fazer uma brincadeira lá. Uma extensão elétrica comum, com tomada de pinos redondos, qualquer uma serve.