Artigo recomendado: Terá a Internet se tornado o incrível mundo dos reclamões? – youPIX

Quando a internet surgiu essa não foi a ilusão que criei pra mim. Não sei se você já parou pra pensar, que o mundo se transforma tão rapidamente, que a única maneira de ficarmos confortáveis é criar uma ilusão de estabilidade. Leia mais: http://youpix.com.br/colunistas/tera-a-internet-se-tornado-o-incrivel-mundo-dos-reclamoes/

Artigo recomendado: Two Things About Conditionals in JavaScript

Detalhezinho sobre a linguagem que vale a pena conhecer, e uma boa dica de lógica sobre um erro muito cometido por iniciantes:

“We shouldn’t be fearful of writing about what we know. Even if you write from the most basic point of view, about something which has been ‘around for ages’, you’ll likely be saying something new to someone. That’s because there is no else if in JavaScript.”

Pare, pense, e faça alguma coisa!

Este é um blog sobre tecnologia e desenvolvimento, e eu tenho sido muito criterioso em evitar posts sobre outros assuntos. Mas dessa vez eu não me aguentei. Hoje li esses posts:

Se você ainda não os leu, por favor, leia agora. Depois você volta aqui e continua a ler o meu.

Não levou a sério? Cara, vai lá, lê os dois posts, você vai perder um minutinho só em cada um. Vale a pena.

Leu? Bom queria falar de 3 assuntos: carros, bicicletas e trabalho.

O primeiro texto é sobre carros. Os outros dois sairão nos próximos domingos.

Tenho um sedã popular. Comprei novo, há três anos. Está na hora de trocar. Não amo meu carro, embora goste muito do conforto e comodidade que ele traz a minha família. Já me disseram para trocar meu carro por um “melhor”, mas “melhor”, nesse caso, significa mais caro, mais imponente ou maior. Nenhum desses três adjetivos significa melhor para mim. Não é raro que eu deixe o carro na garagem e vá de transporte público a alguma reunião. Não é raro também, ver nas pessoas cara de espanto ao saber que eu cheguei até ali sem um carro. “Está tudo bem? Quer uma carona? O que houve com seu carro?” São as reações mais comuns.

Por quê? Claro, por uma série de motivos, incluindo o fato de que tem muita gente que realmente te julga pelo carro em que você anda. Mas há um outro motivo, que talvez seja mais doloroso: não ter um carro, em São Paulo, é muito ruim. Dependendo do seu caminho, andar de transporte público é desumano.

Fiz uma experiência simples. Escolhi quatro shopping centers, cada um em uma zona da cidade, e tracei as rotas no Google Maps da minha casa até lá agora:

Lugar de carro de transporte público
Zona Oeste 0:23 1:25
Zona Leste 0:30 1:20
Zona Norte 0:23 1:20
Zona Sul 0:33 1:10

Está certo, é domingo. Se seu trajeto puder ser feito de Metrô e for hora do rush, o carro perde feio. Dependendo do trajeto, é melhor até ir andando a pé pela rua do que de carro. Você olhou bem para a tabela acima? Se eu for a um shopping agora com minha família, de carro, em qualquer lugar da cidade vou gastar cerca de uma hora em deslocamento, ida e volta. Se formos de transporte público, levarei duas horas e meia, se der sorte.

Qual o resultado disso? Simples, quem puder vai andar de carro, sempre que puder. O jovem de classe baixa arruma o primeiro emprego e começa a se planejar para comprar um carro, para se livrar do ônibus, mesmo que o carro custe mais de um ano de salário. São Paulo tem 11 milhões de habitantes e 6 milhões de carros. Não cabem 6 milhões de carros nas ruas.

A matemática é simples. São Paulo tem cerca de 14 mil quilômetros de ruas e avenidas. Se todos os 6 milhões de veículos da cidade forem colocados em fila, encostados um no outro, a fila terá quase 27 mil quilômetros. Mesmo a cidade tendo centenas de avenidas com várias pistas, é fácil ver o que acontece.

A solução não é fazer mais avenidas. Nosso modelo de cidade feliz não pode ser um lugar onde todos tenham bons carros e possam dirigi-los livremente. Não porque eu ache que pessoas de determinada classe social, cor da pele, religião ou time de futebol não mereçam ter um bonito SUV de oito lugares. Simplesmente não cabe, não há espaço para isso. Nós precisamos de outro modelo de felicidade. Precisamos de uma cidade em que sair de carro seja apenas uma das boas opções.

Enquanto continuarmos achando que quem tem um carro é mais importante do que quem anda à pé, deixando de dar preferência ao mais frágil no trânsito, xingando o sujeito que teve a coragem de fazer alguma coisa ao deixar o carro em casa e sair de bicicleta, buzinando para o motorista que parou antes de uma esquina para o pedestre passar, vamos estar transmitindo uma mensagem a toda a sociedade: importante é quem tem carro. Nossas crianças estão ouvindo a mensagem. Nossos governantes também.

Isso tem muito a ver com você, que não sairia de casa sem carro nem que estivesse em Londres. Não estou dizendo que você precisa deixar de andar de carro, que isso é crime. O que estou dizendo é que, se você não quer ser obrigado a deixar o carro em casa, você precisa parar de pensar em avenidas e viadutos, e começar a pensar em tornar a cidade boa para todos. Ao votar, ao escrever, ao conversar, você deveria fazer o que estiver ao seu alcance para que São Paulo tenha transporte público excepcional, e que andar a pé, de bicicleta, de moto ou de Pogobol seja maravilhoso. É o único jeito de cabermos todos aqui.

Números bem torturados

Dizem que Delfim Neto dizia que números, quando bem torturados, são capazes de confessar qualquer coisa. Eu concordo. Sempre que você ouvir números impressionantes gaste algum tempo pensando, aplique um pouco de matemática básica e duvide um pouco do que você ouviu.

Vi no Facebook hoje o pessoal compartilhando esse artigo:

Paulistas compram mais carros por hora do que roraimenses o mês todo

O artigo destaca o fato de que “São Paulo vendeu em agosto o dobro do segundo colocado e 212 vezes mais do que Roraima, o último do ranking”, dando a impressão ao leitor de que isso é reflexo de uma tremenda desigualdade social.

Acontece que a população de São Paulo é maior que o dobro que a de Minas Gerais, segundo colocado no ranking de venda de carros. Assim, per-capita, o mineiro comprou quase a mesma quantidade de carro que o paulista em agosto.

Veja, para cada dez mil habitantes em São Paulo foram vendidos 28 veículos, e em Minas 26. E quanto a Roraima? Bem, as diferenças sociais são gritantes. Mas o artigo coloca as coisas assim:

São Paulo vende por hora 621 unidades, mais do que Roraima vende por mês: 538.

Olhando assim, parece que o paulista ganha dezenas de vezes mais dinheiro que o roraimense. Mas em Roraima, para cada dez mil habitantes, foram vendidos 11 carros. Ainda uma desigualdade, claro, mas não de dezenas de vezes, não é?

Em tempo: antes que os comentários enveredem por esse assunto, eu concordo que nossas cidades precisam de menos carros e mais bicicletas/metrôs/corredores de ônibus/trabalho remoto. Mas o fato de isso ser uma boa causa não nos dá o direito de fazer esses absurdos com os números, não é?

Site Recomendado: Miguel Cavalcanti

O Miguel parou de blogar, o último post dele tem mais de seis meses. Ele tem publicado exclusivamente o videopodcast Man in the Arena.

O que é excelente. É claro que se o Miguel tivesse tempo para escrever um novo bom post por dia e ainda manter o Man in the Arena funcionando, todos adoraríamos. Mas isso me parece, claramente, pedir demais.

O Man in the Arena é um dos podcasts mais inteligentes e relevantes que eu conheço para quem se interessa por empreendedorismo. Eles estão trabalhando agora na temporada 2012, mas se você não conhecia, por favor, assista desde o primeiro. Vai achar inspirador.

Desafio de programação: resolvendo Lights Off

Fiz essa versão do clássico joguinho Lights Off:

O jogo é simples, e o objetivo é apenas apagar todas as luzes. Por curiosidade, fiz também o algoritmo que resolve o jogo:

O desafio está lançado. O primeiro que colocar nos comentários a URL de uma página com um botão “solve” como o meu ganha uma entrada para o Codeshow. Importante:

  1. Vale o primeiro comentário. Mesmo que você comente de madrugada e eu demore a moderar, ganha quem comentar primeiro.
  2. O solucionador tem que ser escrito em Javascript. Você pode copiar minha versão do jogo e desenvolver em cima dela.
  3. Não pode resolver na base da tentativa e erro. Tem que ser uma boa solução, que resolva qualquer estado do tabuleiro em 20 passos ou menos.

Divirtam-se!

(O pessoal da Visie, se quiser participar, pode. Só não vai ganhar nada ;-))

utf8_decode em Javascript

Navegando por aí, acabei esbarrando no blog do meu amigo Marcos Rossow (nossa, quanto tempo!)

E encontrei esse post: JavaScript UTF-8 Decode, com um código tirado daqui: JavaScript utf8_decode.

Tem duas coisas que me incomodam nessa abordagem. A primeira é essa mania que muita gente tem, particularmente programadores PHP, de tratar UTF-8 como um “código alienígena” e ISO-8859-1 como normal e padrão. Alô, ISO-8859-1 é usado por parte do mundo. Não dá para escrever hebraico, mandarim, japonês, árabe ou russo com isso. ISO-8859-1 é uma das diversas tabelas de caracteres que existem mundo afora. E Unicode é a única maneira sensata de escrever um sistema que possa ser usado aqui e na China.

A segunda coisa que me incomoda é a quantidade de código. Não testei profundamente, mas tenho a impressão de que o código abaixo resolve o problema:

function utf8_decode(t){
  return decodeURIComponent(escape(t))
}

Sobre Windows, Linux, paixões e times de futebol

Discussões sobre o melhor sistema operacional, o melhor navegador ou a melhor linguagem de programação tendem a entrar em loop infinito. Cada um dos lados parece achar o outro um completo idiota por não se convencer de suas opiniões.

Semana passada troquei algumas mensagens com o René de Paula que me fizeram pensar bastante sobre o assunto. O René provavelmente não me conhece, mas eu tenho aprendido muito com ele nos últimos anos, principalmente em seu podcast, o Roda e Avisa. E esse post não é um desabafo “estou chateadinho”. Estou citando o nome do René porque a conversa se deu no Twitter, ou seja, em público, e realmente me fez pensar.

O René recomendou esse artigo da ZDNet, analisando um estudo de segurança dos navegadores web. O artigo começa apresentando os resultados do estudo, em que o Internet Explorer ganha de lavada, e segue explicando porque, na opinião do autor, o estudo patrocinado pela Microsoft é tendencioso e irrelevante.

Respondi ao René dizendo que concordava com o artigo que ele havia indicado, que realmente o estudo era tendencioso. E usei a frase “o rei está nu.” Para mim, a crônica da roupa nova do rei é uma excelente metáfora para a situação. Ele me respondeu que havia visto meu blog e que achava que havia um “viés oculto” em tudo o que eu dizia. Em seguida twittou sobre o fato de as pessoas tratarem essas discussões como se fossem sobre times de futebol. Isso me fez pensar um bocado.

Eu gosto de, numa discussão, ouvir o outro lado. Também gosto muito de lógica. Se tem uma coisa que eu vou defender numa discussão, mais do que meu time de futebol, é o bom uso da lógica. Tento nunca ser irrazoável. Sei que todos somos tendenciosos, mas sempre tento ser mais imparcial que a média.

Talvez seja o fato de a discussão ter acontecido no Twitter, meio pouco propício, mas confesso que fiquei muito preocupado com a impressão que o René teve. Quem me conhece, sabe, trabalho com Linux, Windows ou Mac, sem rabo preso, escolhendo sempre o jeito mais simples de resolver cada problema.

Cada cabeça, uma sentença

Em primeiro lugar, não há um sistema operacional “melhor” e outro “pior”. Há um “melhor para você”. O fato de aquele seu amigo usuário de Windows não ter enxergado ainda que o Linux é o melhor sistema operacional do mundo talvez seja porque, para o perfil de uso dele, o Windows seja realmente o melhor sistema operacional.

Dificilmente eu tento convencer alguém a usar exclusivamente Linux. Sempre tento convencer as pessoas a experimentar. Se o sujeito me diz que é um heavy gamer, por exemplo, recomendo o uso de Windows. Sei, o Wine está muito evoluído e tal, mas se ele tem dinheiro para pagar as licenças e pode rodar a versão mais nova de cada jogo no ambiente em que ele foi feito para rodar, por que complicar?

Sim, não me esqueci, para certos perfis de uso, Mac OS X também é um sistema fantástico. Estou quase comprando um para minha mulher.

Existem, porém, padrões absolutos

O fato de não existir uma solução “bala de prata” e a paixão que costuma cercar essas discussões têm levado muita gente, principalmente programadores, a uma posição morna tão irrazoável quanto os extremos. É comum ouvir frases como “a melhor linguagem é aquele com a qual você sabe trabalhar” ou “a melhor ferramenta é a que resolve seu problema.”

Acredito sim que há casos de uso os mais variados. Mas, dentro de determinado caso de uso, há métricas objetivas que você pode usar para dizer o que é melhor. Falando em linguagem de programação, por exemplo, a melhor não é aquela que faz você se “sentir bem”. A não ser que programar para você seja só um hobby, a melhor é aquela que vai te permitir resolver mais rápido o problema do cliente, com a qualidade e a performance necessárias.

Dado um determinado problema do cliente, e uma determinada métrica de performance, deve ser possível apontar a melhor linguagem para essa situação.

Que problema seu software se propõe a resolver?

Se você é desenvolvedor de software, é importante entender isso. Você dificilmente vai encontrar uma oportunidade de desenvolver um produto que é o melhor para todo mundo. Não há unanimidades.

Você pode desenvolver algo que é o melhor para a maioria, pode achar uma minoria endinheirada, ou pode desenvolver algo legal para você mesmo e torcer para que haja gente parecido com você lá fora.

Mas, se você tentar ouvir todas as sugestões que receber e superar os concorrentes em absolutamente todos os perfis de uso, nunca vai terminar de desenvolver.

Mente aberta

Na Visie hoje temos 7 máquinas Windows, 6 Linux e 3 Macs. Sem contar as VMs, o ambiente de testes, e os servidores onde estão hospedadas as aplicações. Desenvolvedor, abra sua mente. Aprenda uma linguagem de programação nova, experimente outro sistema operacional, teste outra solução. Você vai aprender muito.

Aprenda Python, Ruby, Haskell ou Scala. Isso vai tornar você um melhor programador PHP, Java ou .Net. Desenvolva um projeto com uma banco de dados não relacional (estou usando MongoDB em um projeto.) Se você ama WordPress, faça alguma coisa com Joomla, e vice-versa. Tente outro framework, outro editor, outro jeito.

Sobre navegadores

No dia seguinte a essa conversa estive no escritório do W3C Brasil, assistindo ao Café com Browser com o pessoal do Internet Explorer.

Eles passaram boa parte do tempo falando sobre os recursos do navegador para o usuário final. Coisas como abas (oh!) e favoritos mais legais, webclips, processos independentes em cada aba, melhorias de performance e segurança. Tudo muito interessante mas, eu acho, apresentado para o público errado. Estávamos dentro do W3C, afinal de contas. Queríamos saber sobre as melhorias para o desenvolvedor.

Ao final, a palestra sobre melhorias para o desenvolvedor foi, para mim, parte surpreendente, parte decepcionante. Me surpreendi principalmente pela reação dos desenvolvedores no Twitter. Muita gente não conhecia as developer tools do IE8, ou os modos de compatibilidade, por exemplo. Quando foi apresentado o querySelector, muita gente twittou revoltada, porque a Microsoft estava “inventando um novo jeito proprietário de fazer as coisas”. Gente, o querySelector é uma recomendação do W3C (está em Working Draft, mas está lá.)

A parte decepcionante, expressei em minha pergunta:

Em suma, não tenho ódio da Microsoft ou de quem quer que seja. Não quero que o Internet Explorer suma do mapa. Ainda tenho projetos em ASP, VB e .Net, e sou feliz com isso. Só quero poder desenvolver uma vez só minhas aplicações. Quero não ter que cobrar do cliente pelo custo de fazê-la funcionar no Internet Explorer. Quero entregar mais rápido aplicações melhores, mais estáveis, com menos código.

Brincando com a API do twitter

Resolvi experimentar um pouco a Twitter API. É linda, do jeito que toda API deveria ser. É REST, muito fácil de entender e colocar para funcionar, e devolve dados em XML, JSON, RSS e ATOM.

Essa simplicidade permite interagir com a API usando ferramentas simples da linha de comando do Unix, como o wget e a cURL. Para nossos exemplos, vamos usar cURL. Se você usa Ubuntu, antes de começar faça:

sudo apt-get install curl

Para fazer um simples post, por exemplo, você pode digitar, em seu terminal:

curl -u seu_username:sua_senha -d status="Twittando do terminal. Aprendi com o Elcio: http://blog.elcio.com.br/brincando-com-a-api-do-twitter/" http://twitter.com/statuses/update.json

É isso mesmo, meninos e meninas, é só um post com autenticação, mais nada. RESTful, simples e elegante, deixar qualquer SOAP no chinelo. Inspirador para qualquer um que precise projetar uma API. Isso retorna dados em JSON. Se você quiser os mesmos dados em XML, ATOM ou RSS, basta mudar a extensão na url.

Agora vamos automatizar isso. Eu criei um arquivo /usr/local/bin/twitter com o seguinte conteúdo:

source $HOME/.twitter
curl -u $user:$password -d status="$@" http://twitter.com/statuses/update.json

Naturalmente, criei o arquivo como root e dei permissão de execução para todos os usuários. Agora, no diretório de cada usuário, basta criar um arquivo .twitter com o seguinte conteúdo:

user=seu_username
password=sua_senha

Pronto, tendo feito isso, qualquer usuário que tenha o arquivo .twitter em seu home pode twittar do terminal com:

twitter "Twittando do terminal, aprendi com o Elcio: http://blog.elcio.com.br/brincando-com-a-api-do-twitter/"

Simples e indolor, agora você pode automatizar suas twittadas com shell script. Pode, por exemplo, twittar toda vez que seu servidor baleiar, ou agendar twits com cron.

Search API

A Search API também é espetacularmente simples, dê uma olhada. Fiz a UPBox usando a Twitter Search API, por exemplo, com 22 linhas de código.

Eu vou ao 1º Encontro de TI da Arteccom

A Editora Arteccom está organizando o I ETI. Eu vou estar lá, e recomendo, parece que vai ser muito interessante. Recebi deles o seguinte release:

É tempo de interatividade e o 1º Encontro de TI faz tudo o que o público deseja!
A editora Arteccom promove novo evento que promete agitar o mercado dos desenvolvedores web.

Sabe aquele evento que você sempre sonhou? Com as palestras que você sempre quis assistir? Virou realidade! A Arteccom fez uma pesquisa com desenvolvedores web para que fossem sugeridos temas e palestrantes para o evento. 512 profissionais da área de TI responderam a pesquisa e, mais tarde, com expressiva participação do público no site www.encontrodeti.com.br, foi desenhado o 1º Encontro de Tecnologia da Informação.

Os temas mais votados e escolhidos para as palestras foram “Linguagens – quais são as mais requisitadas pelas grandes empresas e o valor das formações/certificações”, “CMS livres: Drupal x Joomla! x WordPress”, “Ferramenta Google Analytics: como analisar acessos e gerar melhores resultados” e “Padrões W3C – Como tornar seu site mais leve e mais acessível”. E ocorrerão ainda, simultaneamente, algumas oficinas que vão discutir os assuntos mais atuais da área, como Ruby On Rails, SEO, Interoperabilidade e Scrum.

Mas a interação não pára por aí. Depois de escolhidos os temas, os mediadores das palestrantes e oficinas propõem um debate no site do ETI para decidir qual especialidade dentro do assunto principal será abordada para as palestras (http://www.encontrodeti.com.br/site/?p=558). Ou seja, todas as decisões são feitas através de pesquisas com o público.

Vai ter até café da manhã, espaço imprensa digital, e, para completar, eu te faço mais uma perguntinha: Já pensou em um evento com as palestras e oficinas que você sempre sonhou, e no final ainda curtir um Happy Hour? Não está acreditando não é? É isso aí! Você não pode perder! No final deste mês, dia 27/11, quinta-feira, na Amcham Brasil, em São Paulo, e dia 29/11, sábado, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro.

Para ter um gostinho do que vai rolar no evento, confira os quatro chats sobre os temas das palestras, que tiveram ótima repercussão com cerca de 50 participantes em cada sala: http://www.encontrodeti.com.br/site/?page_id=319.

O Encontro de Tecnologia da Informação é uma realização da Arteccom, com os patrocínios de PagSeguro UOL, UOL Host, Tecla e Hostnet.

Veja a programação do evento:

08:30 – Credenciamento
09:00 – Café da manhã (networking e visita aos estandes)
10:00 – Abertura
10:15Palestra: “Linguagens: quais são as mais requisitadas pelas grandes empresas e o valor das formações/certificações”
Palestrante SP e RJ: Guilherme Chapiewski (Globo.com)
11:15Debate CMS livres:
– WordPress: SP: José Murilo (Minc) | RJ: Guilherme Aguiar (Minc)
– Joomla!: Ricardo Accioly (Noix)
– Drupal: Paulino Michelazzo (Fábrica Livre)
13:00 – Intervalo para almoço
14:30Palestra: “Google Analytics: como analisar acessos e gerar melhores resultados”
Palestrante SP: Ruy Carneiro (WA Consulting)
Palestrante RJ: Gustavo Loureiro (Infnet)
15:30 – Intervalo para visita aos estandes
16:00Palestra: “Padrões W3C: torne seu site mais leve e mais acessível”
Palestrante SP: Vagner Diniz (W3C)
Palestrante RJ: Everaldo Bechara (iLearn)
17:00 – Happy hour
18:00 – Encerramento

Oficinas (vagas limitadas):

10:15 às 11:15h (palestra principal: Linguagens e certificações)
Ruby on Rails – SP Fábio Akita (Locaweb)
Ruby on Rails – RJ Sylvestre Mergulhão (Hostnet)

11:15 às 12:15 (palestra principal: CMS livres)
SEO – SP Fábio Ricotta (MestreSEO)
SEO – RJ Paulo Teixeira (Marketing de Busca)

14:30 às 15:30 (palestra principal: Google Analytics)
Interoperabilidade – SP Fábio Hara (Microsoft)
Interoperabilidade – RJ Gilson Banin (Microsoft)

16:00 às 17:00 (palestra principal: Padrões W3C)
Scrum – SP Guilherme Chapiewski (Globo.com)
Scrum – RJ Guilherme Chapiewski (Globo.com)

Locais:

São Paulo
Data: 27 de novembro de 2008
Local: Amcham Brasil
Rua da Paz, 1.431 – Chácara Santo Antônio – São Paulo – SP
Telefone: (11) 5180-3728

Rio de Janeiro
Data: 29 de novembro de 2008
Local: Centro de Convenções SulAmérica
Av. Paulo de Frontin, 1 – Cidade Nova – RJ
Telefone: (21) 3293-6700

Inscrições: www.encontrodeti.com.br
Mais informações: (21) 2253.0596

Texto de Flávia Freire
Flavia.freire@arteccom.com.br

Recomendo. Vejo você lá.

Coquetel de lançamento do livro: Internet – O Encontro de Dois Mundos

Internet o encontro de dois mundos Nesta quarta-feira, 4 de junho, às 19h na FNAC da Paulista, haverá o coquetel de lançamento do livro Internet – O Encontro de Dois Mundos, que conta com uma crônica deste seu humilde blogueiro.

O coquetel é gratuito, e contará ainda com uma palestra de Gil Giardelli. Vai por mim, só a palestra já valeria sua ida até lá.

O livro também é algo muito especial. Nada de XHTML, Rails, PHP, Flash e coisas do gênero, é um livro para te fazer pensar.

Aconteceu comigo: eu faço parte da revolução

Na última quinta-feira preparamos uma edição especial do Workshop de Produtividade apenas para convidados. Acontece que, por “motivo de força maior”, um bom grupo de convidados não pode vir. Tínhamos então o dilema de fazer o evento com poucas pessoas.

Naquela manhã o Diego ficou sabendo, no twitter, que o Marco Gomes estava transmitindo o pessoal da boo-box jogando Wii. Logo ele teve a idéia de transmitir o evento.

O resultado me surpreendeu. Embora fosse de graça, era um evento em horário comercial, não teve nenhuma divulgação e foi anunciado na hora do evento. Achei que ninguém ia conseguir se agendar para assistir, mas tivemos uma média de 30 participantes, com alguns períodos com mais de 50. Os vídeos estão disponíveis para quem quiser conferir.

A cada dia mais me convenço de que isso tudo é uma revolução. Não estamos apenas fazendo melhor as mesmas coisas de antes, estamos fazendo coisas que antes não eram possíveis. Ouse, se arrisque, não tenha medo. Você corre o risco de as coisas darem certo.